Apesar do balanço positivo, moradores da Zona Leste reclamam das queimadas, sujeira e mau cheiro provocados por esses materiais
Ribeirão Preto apresenta bom índice na destinação de resíduos sólidos, segundo pesquisa do sindicato das empresas de limpeza urbana, ficando atrás apenas de Franca na região. Apesar de uma pequena queda em 2017 em relação a 2016, os resultados consideram a reciclagem, impacto ambiental e atendimento populacional.
Lixo em Jardim Antônio Palosse: um problema de longa data
Entretanto, a destinação de galhos e serragens em um terreno no Jardim Antônio Palosse, em Ribeirão Verde, tem gerado conflitos. O local recebe resíduos de grande parte da cidade, causando transtornos aos moradores. Incêndios frequentes, poeira, fumaça, mau cheiro e intenso tráfego de caminhões são problemas recorrentes.
Impactos negativos para a comunidade
A situação afeta a saúde e a qualidade de vida dos moradores. Luiz Antônio França, presidente da Associação de Moradores do bairro, relata dificuldades diárias, com a poeira, fumaça e mau cheiro sendo insuportáveis. O trânsito também é prejudicado pelo tráfego constante de caminhões na região.
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Propostas e desafios para a solução
A prefeitura reconhece a inadequação do local e afirma trabalhar na transferência do depósito de galhos para uma área mais apropriada, permitindo melhor logística e reaproveitamento por meio da compostagem. No entanto, o licenciamento e a estruturação da nova área ainda demandam tempo, sem prazo definido para a mudança. Apesar das promessas, a falta de comunicação e a demora na resolução do problema geram frustração entre os moradores, que cobram ações efetivas da administração municipal.



