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Ribeirão bate 10% de umidade relativa do ar e acende sinal vermelho

Clima é considerado desértico; índice é ainda pior em Barretos (9%) e Nuporanga (6%)
umidade relativa do ar
Clima é considerado desértico; índice é ainda pior em Barretos (9%) e Nuporanga (6%)

Clima é considerado desértico; índice é ainda pior em Barretos (9%) e Nuporanga (6%)

Temperatura em alta, mas sensação térmica ainda baixa

Após temperaturas congelantes na terça-feira, com Ribeirão Preto registrando apenas 1°C, a cidade amanheceu com 10°C nesta quinta-feira. No entanto, a forte presença de vento contribuiu para uma sensação térmica mais baixa, entre 6°C e 7°C, causando desconforto à população.

Alerta para amplitude térmica e umidade crítica

Embora o frio intenso esteja perdendo força, a grande amplitude térmica entre a mínima e a máxima exige cuidados com o organismo. A umidade do ar, extremamente baixa, se assemelha à de um deserto, atingindo níveis críticos. Recomenda-se a ingestão constante de água, mesmo que pareça não amenizar completamente o desconforto. Na terça-feira, diversas cidades registraram umidade preocupante: Poranga (6%), Barretos e Monte Azul Paulista (9%), e Ribeirão Preto (10%).

Cuidados com a saúde em umidade crítica

A ausência de chuva e a umidade crítica exigem cuidados adicionais para suportar o clima seco. Mesmo hábitos como o uso de soro fisiológico podem apresentar menor eficácia nesses níveis de umidade. A proximidade com queimadas e queima de lixo agrava ainda mais a situação, tornando os cuidados com a saúde ainda mais importantes.

O fim do período de frio intenso é esperado, mas a combinação de amplitude térmica e baixíssima umidade do ar exige atenção e cuidados constantes da população para evitar problemas de saúde.

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