São 277 unidades de terapia intensiva e 260 pacientes em estado grave; cidade tem 185 respiradores em uso
Lockdown e aumento de casos de Covid-19 em Ribeirão Preto
Com informações da nossa região, a taxa de ocupação de leitos de UTI não melhorou neste período de lockdown, apesar das medidas de restrição. A prefeitura teve que criar mais leitos para evitar a lotação dos hospitais da cidade.
Expansão de leitos e situação crítica
Entre sexta-feira e hoje, os hospitais de Ribeirão Preto criaram 25 novos leitos de UTI para pacientes com sintomas graves da Covid-19. Mesmo assim, a taxa de ocupação de UTIs permanece alta, atingindo 94% (261 dos 277 leitos ocupados). Nas enfermarias, a ocupação é de 81% (224 de 274 leitos ocupados). Hospitais como Santa Lícia, Hospital São Paulo e Nimeia, em Ribeirão Preto, estão com 100% de ocupação. A Santa Casa registra 90% de ocupação, enquanto outras unidades apresentam taxas acima de 90%, como as clínicas com 96%, a Beneficência Portuguesa com 96%, o HCI Unidade de Emergência com 93%, o São Francisco com 88% (UTI) e os Polos Covid do Centro (66%) e 13 de Maio (63%).
Preocupação com o aumento de internações
A preocupação reside no aumento significativo de internações em UTIs. No início de março (dia 1º), eram 180 pessoas internadas em estado grave. Em 10 de março, esse número subiu para 201, e atualmente chega a 261. Um aumento considerável em tão pouco tempo, mostrando a gravidade da situação.
Leia também
O aumento expressivo na ocupação dos leitos de UTI e enfermaria demonstra a necessidade de medidas contínuas e eficazes para conter o avanço da Covid-19 em Ribeirão Preto. A situação exige atenção constante e ações coordenadas para garantir o atendimento adequado à população.


