Cidades vão seguir plano do Estado, mas não descartam uso da PFizer, diz diretora do Departamento de Vigilância
Ribeirão Preto se prepara para receber as vacinas contra a Covid-19 aprovadas pela Anvisa e define a logística de distribuição.
Vacinação em Ribeirão Preto: Um olhar sobre a logística
Em entrevista à CBN, Luzia Marcia Romanholli, diretora de Vigilância em Saúde de Ribeirão Preto, esclareceu que o município seguirá o plano estadual de imunização. A expectativa é receber as vacinas do governo estadual, sem necessidade de compra antecipada. A produção da Coronavac pelo Instituto Butantan e a compra da vacina Pfizer pelo governo federal são fatores que influenciam a estratégia local.
Desafios logísticos: Armazenamento e distribuição
Um dos principais desafios é o armazenamento da vacina Pfizer, que requer freezers a -70°C. Ribeirão Preto não possui essa infraestrutura em larga escala, mas conta com câmaras frigoríficas para armazenar outras vacinas em temperaturas menores. Soluções alternativas, como o uso de gelo seco, estão sendo consideradas para garantir a conservação adequada das doses. A cidade possui capacidade para armazenar e distribuir até 280 mil doses de vacina por mês, e melhorias na infraestrutura estão sendo realizadas para aumentar essa capacidade.
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Cronograma e conscientização
O cronograma de vacinação seguirá as fases definidas pelo governo estadual, priorizando grupos de risco e profissionais de saúde. A população será orientada sobre o processo de vacinação, assim como ocorreu na campanha de influenza. A conscientização sobre a importância do uso de máscaras, distanciamento social e redução de encontros não essenciais permanece crucial, mesmo com a chegada da vacina, até que a imunização da população seja completa. A expectativa é que a vacinação contribua significativamente para o controle da pandemia na cidade.



