Espaço vem sendo alvo de críticas por problemas de zeladoria; ouça a bióloga e mestre em ecologia Olga Kotchetkoff Henriques
Nesta semana, o foco continua na prevenção de queimadas e incêndios, especialmente após denúncias sobre a falta de manutenção no Morro do São Bento, em Ribeirão Preto. A situação, que compromete a saúde de animais e a flora local, já está sendo monitorada pelo Ministério Público e pela Prefeitura.
Morro do São Bento: Um Pulmão Verde Ameaçado
O Morro do São Bento, um parque municipal desde 1995, abriga importantes espaços como o Teatro Municipal, o Teatro de Arena e o Bosque Zoológico Fábio Barreto. Sua preservação é crucial para a cidade, mas a falta de manutenção coloca em risco esse importante patrimônio ambiental.
Plano de Manejo e Prevenção de Incêndios
A bióloga e doutora em ecologia Olga Korteskoff, que acompanha a área há mais de 30 anos, destaca a importância do plano de manejo, revisado recentemente em conjunto com a Fundação Florestal. Esse plano, que inclui um projeto de prevenção de incêndios baseado no programa Corta-Fogo do Estado de São Paulo, prevê ações preventivas como a limpeza de áreas com acúmulo de matéria seca e a intensificação da vigilância para resposta rápida em caso de incêndios. A especialista também alerta para a necessidade de um trabalho constante e coordenado entre os setores responsáveis pela gestão do parque.
Leia também
Ações Preventivas e o Futuro do Parque
Além das ações no Morro do São Bento, o Estado também realiza queimadas prescritas controladas em outras áreas, como a Estação Ecológica de Jataí, em Luiz Antônio. Essa técnica visa reduzir a quantidade de material combustível seco, diminuindo o risco de incêndios de grandes proporções durante a estiagem. A preservação do Morro do São Bento exige ações contínuas e coordenadas, garantindo a proteção desse importante espaço verde para as futuras gerações.



