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Ribeirão-pretana relata os momentos de apreensão com os bombardeios em Israel

Beatriz Palmieri é jogadora de vôlei e está em Hod HaSharon, próxima a Tel Aviv, para jogar a temporada. Ouça o relato!
bombardeios em Israel
Beatriz Palmieri é jogadora de vôlei e está em Hod HaSharon, próxima a Tel Aviv, para jogar a temporada. Ouça o relato!

Beatriz Palmieri é jogadora de vôlei e está em Hod HaSharon, próxima a Tel Aviv, para jogar a temporada. Ouça o relato!

O conflito entre Israel e o grupo militante palestino Hamas resultou em uma situação crítica, com ataques sem precedentes contra Israel. Combatentes do Hamas invadiram comunidades próximas à Faixa de Gaza, causando mortes e tomando reféns.

A situação de brasileiros em Israel

Mais de 200 brasileiros já foram resgatados de Israel, mas muitos ainda permanecem no país, incluindo a jogadora de vôlei Beatriz Palmiere de Souza, de 25 anos, que se encontra em Rosh HaAyin, perto de Tel Aviv. Apesar de sua cidade não ter sido atacada diretamente, Beatriz vive momentos de tensão, com sirenes indicando ataques próximos e a necessidade de se abrigar em bunkers.

Vivendo sob tensão

Beatriz descreve a situação como desesperadora, com a incerteza de quando as sirenes soarão novamente, afetando o sono e o descanso. Ela relata contato constante com sua família no Brasil, que está extremamente preocupada. O clube de vôlei de Beatriz fornece alimentação e água, e apesar da disponibilidade de mercados, as atletas permanecem em casa, buscando abrigo em um bunker próximo caso necessário. O bunker fica a 10 metros de sua residência, em um prédio sem abrigo próprio, mas compartilhado com outros moradores do bairro.

Apoio e retorno ao Brasil

Beatriz destaca o apoio do seu clube, além do contato com a embaixada brasileira, que forneceu um formulário para inclusão em voos de repatriação. Embora o contato seja mantido, a incerteza sobre a efetivação do retorno ainda gera apreensão. Beatriz contrasta sua experiência com a percepção dos moradores locais, que, acostumados com ataques, demonstram menos pânico que ela e outras estrangeiras. O governo israelense, através da mídia, afirma que irá contra-atacar, o que aumenta a preocupação com a escalada do conflito. A maioria das atletas estrangeiras do clube de Beatriz já retornou aos seus países, mas a dificuldade em obter passagens aéreas e voos disponíveis dificulta a saída de quem permanece. Beatriz prioriza o retorno ao Brasil e aguarda a confirmação de sua vaga em um voo de repatriação, demonstrando alívio e gratidão pela possibilidade de regressar em breve.

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