Clube catarinense não vencia há cinco jogos e se aproximava do Z4 do Brasileiro; Enderson Moreira é o mais cotado para a vaga
A demissão de Wagner Mancini da Chapecoense pegou a todos de surpresa. Apesar de o time não vencer há quatro jogos, Mancini havia conquistado a vaga na fase final da Libertadores (perdida posteriormente por punição), e estava bem na Sul-Americana. Sua saída, anunciada enquanto o time ainda estava no Rio de Janeiro, após um empate com o Fluminense, gerou polêmica.
Desempenho de Mancini e as circunstâncias da demissão
Mancini assumiu a Chapecoense em um momento difícil, após o acidente que vitimou grande parte do elenco. Conseguiu montar um time competitivo, que alcançou resultados expressivos. A diretoria, no entanto, justificou a demissão pela sequência de derrotas, ignorando as conquistas anteriores e o contexto da reconstrução do clube.
Reação e possíveis substitutos
Mancini se mostrou indignado com a forma como foi demitido, relatando ter sido informado após um treino. A busca por um substituto já começou, com Anderson Moreira (América-MG) como o mais cotado. Outros nomes como Aroldo Alfúx, António Carlos Zago, Gilmar Dal Pozzo e Vinícius Eutrópio também são cogitados, embora apresentem diferentes perfis e níveis de dificuldade para contratação.
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Reflexões sobre a decisão
A demissão de Mancini levanta questionamentos sobre a gestão da Chapecoense. A falta de planejamento e a pressão por resultados imediatos contrastam com a história do clube e a trajetória de superação após a tragédia. A escolha do novo treinador será crucial para o futuro da equipe na Série B do Campeonato Brasileiro.



