Ouça o quadro ‘A Cidade há 100 anos’, com Rosana Zaidan
Em 19 de novembro de 1915, Ribeirão Preto celebrava o Dia da Bandeira com grande entusiasmo, em contraste com a percepção atual da data. As festividades da época refletiam um profundo respeito e ‘culto ao pavilhão nacional’, conforme registrado pelo jornal ‘A Cidade’.
As Celebrações nas Escolas
Naquele tempo, a celebração era marcada por homenagens em grupos escolares e outras instituições públicas. O jornal detalhava que a festa visava ‘revigorar o culto pelo pavilhão nacional’. As escolas se preparavam para hastear a bandeira e entoar o hino, em cerimônias que envolviam toda a comunidade escolar.
O Professor Santos Amaro da Cruz e a Solenidade
Um exemplo notável era o professor Santos Amaro da Cruz, da primeira escola isolada masculina do Barracão, que reunia seus alunos para prestar homenagens à bandeira. A solenidade contava com a presença do inspetor escolar, Dr. Mário Moura, demonstrando a importância atribuída ao evento pelas autoridades.
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A Mudança nos Tempos
Hoje, a realidade é bem diferente. Poucos se lembram do Dia da Bandeira, que não é feriado, ao contrário do 15 de novembro, Proclamação da República. O patriotismo parece ter diminuído, e os valores se transformaram. Resta a esperança de que o respeito à pátria e os valores da ética e honestidade sejam revividos pelas novas gerações, para o bem do Brasil.
Embora o fervor patriótico possa ter diminuído ao longo dos anos, a importância de manter o respeito pelo país e seus símbolos permanece.



