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Ranking saneamento básico cidades brasileiras: Ribeirão Preto e Franca melhoram posições no ranking do saneamento básico

Franca saiu da 13ª para a 5ª e Ribeirão da 32ª para 29ª na lista do Instituto Trata Brasil; presidente do instituto comenta
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Franca saiu da 13ª para a 5ª e Ribeirão da 32ª para 29ª na lista do Instituto Trata Brasil; presidente do instituto comenta

Franca saiu da 13ª para a 5ª e Ribeirão da 32ª para 29ª na lista do Instituto Trata Brasil; presidente do instituto comenta

Franca e Ribeirão Preto, as duas cidades mais populosas da região, melhoraram suas posições no ranking do saneamento básico divulgado pelo Instituto Trata Brasil. Franca subiu da 13ª para a 5ª posição, enquanto Ribeirão Preto avançou da 32ª para a 29ª colocação.

Luana Preto, presidente executiva do Instituto Trata Brasil, explicou que o ranking avalia a situação do saneamento básico nas 100 cidades mais populosas do Brasil, com base em indicadores do Sistema Nacional de Informação em Saneamento (Sinisa). Esses indicadores consideram o percentual da população com acesso à água tratada, à coleta e tratamento de esgoto, as perdas de água no município e os investimentos realizados no setor.

O objetivo do ranking é conscientizar a população sobre a importância do saneamento básico e fornecer dados para que os cidadãos acompanhem o avanço dos serviços em seus municípios. Além disso, busca incentivar governantes a priorizarem investimentos constantes no setor.

Em Ribeirão Preto, o município já alcança as metas do marco legal do saneamento em relação ao acesso à água, coleta e tratamento de esgoto, antecipando a universalização prevista para 2033. No entanto, o município enfrenta o desafio de reduzir as perdas de água, que atualmente estão em torno de 41,67%. A meta estabelecida pela Agência Nacional de Águas é reduzir essas perdas para 25% até 2034. Entre 2022 e 2023, houve uma melhora de dois pontos percentuais nesse indicador.

O estudo também aponta que o investimento médio necessário para alcançar a universalização dos serviços de saneamento é de R$ 223 por habitante por ano. Entre os 20 municípios com melhor desempenho no ranking, o investimento médio foi de R$ 176 por habitante entre 2019 e 2023, cerca de 20% abaixo do valor ideal. Como muitos desses municípios já possuem cobertura avançada, essa diferença não compromete o cumprimento das metas do setor.

Pontos-chave

  • Franca subiu da 13ª para a 5ª posição no ranking do saneamento básico.
  • Ribeirão Preto avançou da 32ª para a 29ª colocação e já atinge as metas legais de universalização.
  • O ranking considera acesso à água, coleta e tratamento de esgoto, perdas de água e investimentos.
  • Investimento médio necessário para universalização é R$ 223 por habitante por ano; municípios líderes investem em média R$ 176.
Entenda melhor

O marco legal do saneamento estabelece metas para universalizar o acesso à água e esgoto até 2033, além de reduzir perdas de água. O ranking do Instituto Trata Brasil utiliza dados oficiais para monitorar o progresso das maiores cidades brasileiras nesse setor, incentivando a transparência e a cobrança por melhorias.

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