Ouça a retrospectiva 2013 daquele mês
Em 2013, Ribeirão Preto enfrentou um período conturbado com a greve dos ônibus, impactando diretamente a rotina dos cidadãos. A paralisação, que durou cinco dias, gerou transtornos e custos adicionais para quem dependia do transporte público para se locomover.
O Impacto da Greve no Cotidiano
A ausência dos ônibus alterou drasticamente a dinâmica da cidade. Muitos trabalhadores relataram dificuldades para chegar ao emprego, recorrendo a alternativas mais caras, como moto-táxis. O aumento repentino na demanda inflacionou os preços desses serviços, onerando ainda mais o orçamento dos trabalhadores. A greve também causou atrasos e faltas, afetando a produtividade e gerando preocupação entre os empregadores.
Alternativas e Custos Adicionais
Diante da greve, a população buscou alternativas para se locomover. Alguns optaram por caronas, outros por táxis e moto-táxis, enquanto muitos enfrentaram longas caminhadas. No entanto, essas opções representaram um aumento significativo nos gastos com transporte. Famílias com dificuldades financeiras foram as mais afetadas, tendo que priorizar o essencial em detrimento de outras necessidades.
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O Fim da Paralisação
Após intensas negociações, um acordo foi firmado entre os motoristas e o consórcio Pró-Urbano, pondo fim à greve. O retorno dos ônibus foi recebido com alívio pela população, que pôde retomar sua rotina. No entanto, os dias de paralisação deixaram marcas e evidenciaram a importância do transporte público para o funcionamento da cidade.
A situação ressalta a vulnerabilidade da população quando serviços essenciais são interrompidos.



