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Ribeirão Preto ocupa 2º lugar em lista de cidades prioritárias no combate à dengue

Dados do Ministério da Saúde apontam que município tem 1.705 casos confirmados da doença para cada 100 mil habitantes
combate à dengue
Dados do Ministério da Saúde apontam que município tem 1.705 casos confirmados da doença para cada 100 mil habitantes

Dados do Ministério da Saúde apontam que município tem 1.705 casos confirmados da doença para cada 100 mil habitantes

Um balanço do Ministério da Saúde aponta queda nos casos e mortes por dengue nos três primeiros meses de 2025.

Queda nos casos, mas alerta para prevenção

Apesar da redução de 75% nos casos e 83% nas mortes em comparação ao início de 2024, o Ministério da Saúde alerta para a importância da manutenção das medidas preventivas. O estado de São Paulo concentra a maior parte dos casos (305 de 405 mortes registradas no país), e o período de maior transmissão da doença está apenas começando. A maior parte dos focos do mosquito Aedes aegypti (80%) está dentro das residências.

Cidades prioritárias e novo sorotipo

O Ministério da Saúde listou 80 municípios prioritários para reforçar o combate à dengue, sendo 55 em São Paulo. Na região de Ribeirão Preto, cidades como Ribeirão Preto, Sertãozinho, Barretos, Taquaritinga e Jaboticabal estão incluídas. A preocupação se estende pela volta do sorotipo 3 da dengue, não registrado há 15 anos, responsável por mais de 70% dos casos em São Paulo.

Medidas de enfrentamento e sinais de alarme

Para fortalecer o combate à dengue, o Ministério da Saúde anunciou apoio da Força Nacional de Saúde aos municípios prioritários, incluindo orientação, apoio especializado e montagem de tendas de hidratação. Foi lançado também um guia de enfermagem que dá autonomia aos profissionais para a indicação de exames, medicamentos e hidratação. A médica infectologista Silvia Fonseca destaca a importância da hidratação como tratamento e alerta para os sinais de alarme da dengue: febre que abaixa e retorna, tontura, diminuição da urina, sangramento gengival, vômitos com sangue e dor abdominal intensa. A especialista enfatiza a necessidade de procurar atendimento médico imediatamente ao apresentar esses sintomas, principalmente para hidratação endovenosa. A vacinação para crianças de 10 a 14 anos também é crucial.

Embora a queda nos números seja positiva, a situação exige vigilância contínua. A prevenção, aliada ao atendimento médico precoce e à vacinação, são fundamentais para controlar a doença e minimizar o impacto em hospitais e postos de saúde.

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