No primeiro semestre do ano, 34 casos foram registrados, sendo 18 somente no mês de junho
Aumento significativo de casos de dengue em Ribeirão Preto
Os números de casos de dengue em Ribeirão Preto saltaram de 2 em junho de 2022 para 16 em junho de 2023, representando um aumento de 700%. A Secretaria da Saúde reforça a importância de eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti para evitar a proliferação da doença. Não foram registrados casos de Zika, Chikungunya e febre amarela no último boletim.
Gripe H1N1 preocupa autoridades de saúde
Ainda mais preocupante é o aumento de casos de gripe H1N1. Em junho de 2023, foram registrados 18 casos, totalizando 34 no primeiro semestre do ano, com 10 mortes confirmadas. Destes óbitos, apenas uma pessoa havia tomado a vacina contra a gripe. Segundo Daniel Cardoso de Almeida Araújo, chefe do Departamento de Vigilância Epidemiológica de Ribeirão Preto, cinco óbitos foram causados pela H1N1 e cinco pela H3N2. A maioria das vítimas pertencia a grupos prioritários para vacinação e deveria ter sido imunizada, incluindo idosos e pessoas com doenças crônicas. A campanha de vacinação foi prorrogada e ampliada para crianças de 5 a 10 anos e adultos de 50 a 59 anos, mas a procura ainda está abaixo do esperado.
Situação em Monte Alto e próximos passos
Em Monte Alto, uma mulher de 65 anos faleceu em decorrência de complicações da gripe H1N1, sendo a primeira vítima da doença na cidade. Além disso, foram confirmados mais oito casos, sendo cinco em adultos e três em crianças. A Secretaria de Saúde de Monte Alto alerta para a possibilidade de aumento nos números, aguardando resultados de exames adicionais. A recomendação é que a população procure se vacinar, principalmente aqueles pertencentes aos grupos de risco, levando a carteira de vacinação ou procurando uma unidade de saúde para mais informações.
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A situação epidemiológica em Ribeirão Preto e região exige atenção da população. A prevenção por meio da vacinação e eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti são medidas cruciais para controlar o avanço de doenças como dengue e influenza.



