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Ribeirão Preto registra apenas 8 casos de dengue nos últimos dois meses

Cidades como Bebedouro, Cássia dos Coqueiros, São Joaquim da Barra e Sales Oliveira apresentam grande ocorrência da doença
casos de dengue
Cidades como Bebedouro, Cássia dos Coqueiros, São Joaquim da Barra e Sales Oliveira apresentam grande ocorrência da doença

Cidades como Bebedouro, Cássia dos Coqueiros, São Joaquim da Barra e Sales Oliveira apresentam grande ocorrência da doença

Ribeirão Preto mantém situação da dengue sob controle, em contraste com cidades vizinhas

Casos de dengue em Ribeirão Preto

Apesar do baixo índice de infestação do Aedes aegypti em Ribeirão Preto, com apenas 8 casos registrados entre outubro e novembro, a Secretaria de Saúde permanece vigilante. A cidade apresenta números significativamente menores que outras da região, como Rifaina, que registrou 75 notificações no mesmo período. Em 11 meses, foram quase 230 casos confirmados de dengue em Ribeirão Preto.

Vigilância e prevenção

As ações de prevenção continuam intensificadas, com campanhas de alerta à população, bloqueios e varreduras para eliminar criadouros do mosquito. A Secretaria de Saúde destaca a importância de manter a guarda em relação aos criadouros, mesmo com os números baixos de casos confirmados. A preocupação se justifica pelo índice pluviométrico acima da média e temperaturas elevadas, fatores que favorecem a proliferação do mosquito.

Preocupações com Chikungunya e Zika

Além da dengue, a Secretaria de Saúde monitora outros arbovírus. Foram cinco notificações de febre chikungunya em novembro, com dois casos confirmados em outubro. A preocupação com a chikungunya é grande devido à alta suscetibilidade da população. Quanto à Zika, dois casos suspeitos foram registrados em novembro. Não houve registros de febre amarela no mês.

Apesar dos números atuais de dengue serem baixos em Ribeirão Preto, a Secretaria de Saúde reforça a importância da prevenção e monitoramento contínuo, especialmente com a chegada do período chuvoso e o aumento das temperaturas que favorecem a proliferação do mosquito Aedes aegypti. A vigilância epidemiológica permanece atenta e preparada para eventuais mudanças no cenário.

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