Vítima tinha 57 anos e faleceu no fim de semana; casos de dengue e H1N1 caem em maio
Após atingir números alarmantes, a epidemia de dengue em Ribeirão Preto, que em 2016 registrou mais de 34 mil casos confirmados, demonstra sinais de arrefecimento. Os dados mais recentes apontam para uma queda significativa no número de novas ocorrências, trazendo um alívio para a população e as autoridades de saúde.
Retração da Dengue e do Zika Vírus
Enquanto abril contabilizou mais de 3.500 casos, maio registrou apenas 518 confirmações de dengue, segundo informações da vigilância epidemiológica. Annalice Castro e Silva, chefe do setor, destaca que a antecipação da epidemia foi acompanhada por uma diminuição também precoce. Paralelamente, o Zika Vírus também apresentou retração, com pouco mais de 200 casos em maio, contrastando com os mais de 700 registrados em abril. Apesar da diminuição, a epidemia de dengue já causou 7 mortes na cidade em 2016.
Microcefalia e a Vigilância Constante
Um caso de microcefalia foi confirmado em Ribeirão Preto, embora ainda não haja uma ligação direta com o Zika Vírus. A situação demanda atenção contínua das autoridades de saúde, que monitoram de perto a evolução dos casos e investigam possíveis associações.
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Gripe H1N1 e Doença Meningocóscica
O boletim epidemiológico também revelou dados preocupantes sobre a gripe H1N1, com duas mortes registradas em maio, elevando o total de óbitos pela doença para 10 em 2016. Apesar da alta adesão à campanha de vacinação, a chefe da vigilância epidemiológica ressalta a importância de manter as medidas preventivas, como a lavagem frequente das mãos e a etiqueta respiratória. Adicionalmente, foi confirmada a morte de um homem por doença meningocóscica, com a possibilidade de meningite não descartada. Os sintomas, como febre, dor de cabeça e vômitos, exigem atenção imediata e busca por atendimento médico.
Apesar dos desafios persistentes, a diminuição nos casos de dengue e Zika Vírus sinaliza um progresso importante. A vigilância contínua e a adesão às medidas preventivas permanecem cruciais para proteger a saúde da população.


