Alerta da Vigilância Epidemiológica começou após a morte de um macaco com a doença
Um sagui encontrado morto na Praça Camões, em Ribeirão Preto, testou positivo para febre amarela em julho deste ano. A descoberta gerou preocupação na Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN), que iniciou ações preventivas para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.
Medidas Preventivas na Praça Camões e Regiões Adjacentes
Segundo Vera Bueno, diretora da SUCEN, um trabalho de bloqueio domiciliar foi realizado na Praça Camões e arredores. Esse procedimento envolveu a coleta de mosquitos, que foram congelados e enviados a um laboratório em São Paulo para identificação. A ação não se restringiu à Praça Camões; outras áreas como a Mata de Santa Teresa, Campos da USP, Bosque e Parque Corupira também foram incluídas na operação, devido à seleção técnica dessas regiões.
Monitoramento e Campanha de Vacinação
Apesar de não haver casos confirmados de febre amarela em humanos, a Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto está preocupada com a possibilidade de disseminação da doença. Ana Alice Castro e Silva, chefe da vigilância epidemiológica, destaca a importância da vacinação como principal medida preventiva. Uma campanha foi iniciada para incentivar a população a atualizar suas carteiras de vacinação, enfatizando a necessidade da vacina contra a febre amarela para todas as faixas etárias. A cidade conta com 36 salas de vacinação disponíveis.
Leia também
A Secretaria Municipal de Saúde reforça a recomendação para que os moradores procurem atualizar sua imunização contra a febre amarela. Com a população vacinada, o risco de transmissão da doença para humanos é significativamente reduzido.



