Pregão prevê instalação de sistema de energia solar e cobertura do estacionamento; entenda no ‘De Olho na Política’
Nesta semana, a Câmara Municipal de Ribeirão Preto anunciou a licitação para reforma de sua cobertura, incluindo a instalação de uma mini-usina fotovoltaica. O valor estimado da obra é de R$ 7.319.000,00, gerando debates sobre a necessidade e a transparência do investimento.
A Necessidade da Reforma
Embora haja críticas à atuação do legislativo, a necessidade de manter o prédio em condições adequadas de funcionamento é inegável. A reforma inclui a troca de materiais e a instalação de uma mini-usina, visando economia de energia a longo prazo. A sustentabilidade é um ponto positivo, mas o alto custo da obra suscita questionamentos.
Transparência e Fiscalização
O alto valor da obra exige transparência e fiscalização rigorosas. A população precisa acompanhar o processo de licitação, certificando-se de que os recursos serão utilizados de forma eficiente e sem desvios. A experiência passada com obras públicas em Ribeirão Preto, incluindo a construção do anexo da Câmara, demonstra a importância de mecanismos de controle para evitar desperdícios e irregularidades. A falta de transparência pode abrir portas para a corrupção, por isso, a participação ativa da população é fundamental.
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Cobrança e Monitoramento
É crucial que a população acompanhe de perto a execução da obra, cobrando transparência do legislativo em cada etapa do processo. A experiência passada com obras públicas, que muitas vezes apresentam problemas após a conclusão, reforça a necessidade de monitoramento constante. A especificação detalhada dos materiais e a fiscalização da qualidade são essenciais para garantir que a obra seja realizada conforme o planejado e que o investimento público seja justificado. Acompanhar o andamento da licitação e a execução da obra é um dever do cidadão para garantir o melhor uso dos recursos públicos.