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Ribeirão Preto volta a registrar casos de coqueluche após quatro anos

Infecção respiratória é transmissível e causada por bactéria; estado já tem três vezes mais casos do que em todo 2023
casos de coqueluche
Infecção respiratória é transmissível e causada por bactéria; estado já tem três vezes mais casos do que em todo 2023

Infecção respiratória é transmissível e causada por bactéria; estado já tem três vezes mais casos do que em todo 2023

O Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo registrou um aumento significativo nos casos de coqueluche em 2024. Até 22 de junho, foram contabilizados 178 casos, número três vezes maior que o total registrado em todo o ano de 2023 (52 casos).

Aumento de Casos em São Paulo e Região

A situação é preocupante, especialmente considerando que Ribeirão Preto, por exemplo, já registra três casos confirmados em 2024, após anos sem notificações. Em Franca, até 12 de junho, dois casos suspeitos foram notificados, um confirmado e outro aguardando resultado. O pico de casos na região ocorreu em 2013, com 90 registros.

Prevenção através da Vacinação

A coqueluche é uma doença bacteriana altamente transmissível, que se espalha por gotículas de saliva expelidas ao tossir ou espirrar. A boa notícia é que a doença é totalmente prevenível por meio da vacinação. A vacina tríplice bacteriana, aplicada em bebês a partir dos dois meses de idade, é fundamental. Para proteger ainda mais os recém-nascidos, a vacinação de gestantes também é recomendada, pois confere imunidade parcial ao bebê.

A Importância da Vacinação em Massa

A queda na cobertura vacinal nos últimos anos contribuiu para o ressurgimento da doença. A médica infectologista Dra. Silvia Fonseca alerta para a gravidade da coqueluche, especialmente em bebês, que podem desenvolver quadros graves, necessitando de internação em UTI e, em casos extremos, óbito. A médica reforça a importância da vacinação em massa para alcançar a imunidade de grupo e interromper a circulação do agente infeccioso. A vacina é gratuita e disponível nos postos de saúde. A proteção individual e coletiva depende da adesão da população à vacinação.

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