Nível de poluição chegou a 96, o que pode acarretar o desenvolvimento de doenças respiratórias
Estações da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) monitoram a qualidade do ar em diversas cidades paulistas. São 60 unidades que medem poluentes de várias fontes, como veículos (gasolina e diesel) e queimadas.
Monitoramento da Qualidade do Ar
Segundo o gerente da Cetesb, Taviocano, os dados seguem padrões internacionais, classificando a qualidade do ar em cinco níveis: boa, moderada, ruim, muito ruim e péssima. As estações medem material particulado (MP), ozônio, monóxido e dióxido de carbono, além de temperatura e umidade.
Furto e Impactos na Coleta de Dados
Em março, o furto de cabos em uma estação do Parque Mauro de Viagem interrompeu as medições por seis meses. A manutenção não havia sido feita antes devido à pandemia, segundo Taviocano. Após a retomada, as atualizações são feitas a cada hora. Em um dia específico, o índice de poluentes chegou a 96 (considerado ruim), superado apenas pela capital paulista, devido à alta concentração de material particulado.
Leia também
Mudanças para o Futuro
Preocupada com a possibilidade de novos furtos, a Cetesb planeja mudar a estação para um local mais seguro. A sede da Cetesb é uma opção em estudo. A falta de segurança em locais de monitoramento público é um problema recorrente, principalmente em Ribeirão Preto, onde furtos de cabos são frequentes. A escolha de um novo local levará em conta a segurança e a necessidade de infraestrutura adequada.



