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Ribeirão retirou das ruas 110 toneladas de entulho que poderiam virar criadouros de dengue em 2021

Chefe da Vigilância Ambiental, Maria Lúcia Biagini, alerta que o período chuvoso é propício para a proliferação do Aedes aegypti
combate à dengue
Chefe da Vigilância Ambiental, Maria Lúcia Biagini, alerta que o período chuvoso é propício para a proliferação do Aedes aegypti

Chefe da Vigilância Ambiental, Maria Lúcia Biagini, alerta que o período chuvoso é propício para a proliferação do Aedes aegypti

Em Ribeirão Preto, a dengue, doença historicamente presente na cidade, voltou a preocupar as autoridades de saúde. Apesar do foco na pandemia de Covid-19 em 2020 e 2021, o mosquito Aedes aegypti continua a circular, especialmente com o aumento das chuvas e o início do verão.

Aumento de Casos e Medidas de Combate

No ano passado, foram realizados 25 arrastões em diversos bairros da cidade, resultando na remoção de 110 toneladas de criadouros do mosquito em 160 caminhões. Apesar dos números ainda estarem sob controle, a chefe da divisão de vigilância ambiental, Maria Lúcia Biagini, faz um apelo à população para que colaborem com a prevenção, principalmente com a verificação de possíveis criadouros em suas residências. A similaridade dos sintomas da dengue com os da Covid-19 dificulta o diagnóstico, reforçando a importância da busca por atendimento médico em caso de suspeita.

Regiões Mais Afetadas e Dificuldades na Prevenção

As regiões mais afetadas são o distrito Oeste (Vila Obertina, Vila Recreio, Maria Casa Grande, Vila Tibério) e o distrito Sul (parte de Ribeirão Preto, incluindo o bairro de Ipiranga e Maria da Graça). A alta densidade populacional nesses locais aumenta o risco de propagação da doença. A pandemia de Covid-19 impactou as ações de combate à dengue, com a suspensão temporária dos mutirões de limpeza e a redução do número de equipes disponíveis devido a casos de Covid-19 entre os funcionários. A previsão é que os trabalhos sejam retomados na próxima segunda-feira.

Situação Atual e Perspectivas

Apesar dos esforços de controle, Ribeirão Preto já registrou 300 casos suspeitos de dengue em apenas um mês. A vigilância ambiental reforça a necessidade da população em manter os cuidados preventivos, eliminando possíveis criadouros do mosquito e buscando atendimento médico diante de qualquer sintoma suspeito. A combinação de dengue, Covid-19 e outras doenças respiratórias representa um desafio considerável para o sistema de saúde da cidade.

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