Ação envolve parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde e o Hospital das Clínicas, para atender a macrorregião
Hiberompreto se mantém em situação tranquila em relação à febre amarela, com cobertura vacinal próxima a 100%, segundo o secretário de saúde Sandro Scarpeline. Apesar da baixa incidência, o plano de combate ao mosquito Aedes aegypti continua ativo, considerando o risco de transmissão de outras arboviroses.
Vigilância contra outras arboviroses
Embora não haja casos de febre amarela urbana desde a década de 1940, a preocupação se volta para outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya. Em 2018, foram registrados quase 89 casos suspeitos de dengue, três confirmados; quatro suspeitas de chikungunya, sem confirmações; e três suspeitas de zika, também sem casos positivos.
Preocupação com a Chikungunya
O chefe da divisão de vigilância epidemiológica de Ribeirão Preto, Daniel Araújo, destaca a chikungunya como a arbovirose que mais preocupa, devido à sua baixa circulação na região e ao potencial de desenvolvimento de sequelas articulares importantes e crônicas. A Secretaria Municipal de Saúde e o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto já se preparam para uma possível epidemia nos próximos anos, planejando ações para atender a toda a macro região.
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Apesar do baixo número de casos em 2018, a possibilidade de uma epidemia de chikungunya nos próximos anos é considerada alta. O Hospital das Clínicas está sendo preparado para atuar como referência no atendimento a esses casos, buscando minimizar o impacto no sistema de saúde.


