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Ribeirão tem cinco hospitais com 100% de ocupação nas UTIs para pacientes com Covid-19

Cidade tem 40.496 diagnósticos da doença e 976 mortes por complicações nos sintomas
ocupação UTI Covid Ribeirão
Cidade tem 40.496 diagnósticos da doença e 976 mortes por complicações nos sintomas

Cidade tem 40.496 diagnósticos da doença e 976 mortes por complicações nos sintomas

Ribeirão Preto enfrenta um novo e preocupante aumento nos casos de Covid-19. De acordo com os dados mais recentes, foram registrados 173 novos casos e quatro mortes nas últimas 24 horas, elevando o total de casos confirmados para 40.496 e o número de óbitos para 976 desde o início da pandemia.

Número de Mortes e Casos em Ascensão

O número de mortes por coronavírus na cidade quase dobrou em uma semana, representando um aumento alarmante de 89%. A média diária de novos casos também subiu, passando de 128 para 166 casos por dia. Essa crescente curva de contágio exige atenção imediata e medidas eficazes para conter o avanço da doença.

Sistema de Saúde em Crise

A situação nos hospitais de Ribeirão Preto é extremamente crítica. Atualmente, restam apenas 13 leitos de UTI livres para pacientes com Covid-19, resultando em uma taxa de ocupação de 87%. Há 89 pacientes internados em estado grave. Hospitais de referência como o Hospital Beneficiência Portuguesa, o Hospital das Clínicas (unidade de emergência), o HC Campos, o Hospital Unimede e o Hospital São Paulo registraram 100% de ocupação de seus leitos de UTI Covid. A Santa Casa apresenta 92% de ocupação, o Hospital Ribeirão 90%, o Hospital São Francisco 81% e o Hospital Santa Lídia 60%. Diante desse cenário caótico, o Hospital das Clínicas solicitou ao Ministério da Saúde o recredenciamento para a abertura de 25 novas vagas de UTI Covid, já que atualmente opera com apenas 18 leitos, todos ocupados. A direção do hospital também busca auxílio junto ao governo estadual.

Ações Necessárias

A situação em Ribeirão Preto exige uma resposta rápida e eficiente por parte das autoridades de saúde. O aumento drástico de casos e a iminente sobrecarga do sistema hospitalar demandam medidas urgentes para conter a propagação do vírus e garantir o atendimento adequado à população. A redução da taxa de transmissão, por meio de medidas de prevenção e controle, é fundamental para evitar um colapso total do sistema de saúde.

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