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Ribeirão vai participar de estudo sobre as sequelas da Covid-19

Ministério da Saúde vai avaliar os efeitos da doença em 133 municípios em diferentes estados
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Ministério da Saúde vai avaliar os efeitos da doença em 133 municípios em diferentes estados

Ministério da Saúde vai avaliar os efeitos da doença em 133 municípios em diferentes estados

Ribeirão Preto é uma das 133 cidades selecionadas para a segunda etapa de uma pesquisa nacional sobre as sequelas da Covid-19, divulgada pelo Ministério da Saúde. O estudo, que busca mapear os efeitos persistentes da doença em pessoas que já foram infectadas, teve início em 11 de março e continuará ao longo do mês.

A abrangência da pesquisa

O levantamento envolve 133 municípios de todo o país, incluindo 11 cidades do estado de São Paulo. A iniciativa pretende identificar os principais sintomas prolongados relatados por pacientes — entre os mais citados estão cefaleia, dores nas costas e alterações de olfato e paladar — e compor um panorama mais sólido sobre as sequelas que persistem após a fase aguda da infecção.

Método de abordagem e identificação dos entrevistadores

O trabalho será realizado por entrevistadores contratados pelo Ministério da Saúde, que devem abordar pessoas previamente confirmadas com Covid-19. Os profissionais estarão devidamente identificados com crachás da empresa responsável; a prefeitura de Ribeirão Preto orienta a população a consultar o portal municipal para confirmar a identidade das equipes e obter mais informações sobre a pesquisa.

Situação local e importância do estudo

Apesar da pandemia ter perdido a intensidade de anos anteriores, a Covid-19 ainda deixa impactos. Segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde de Ribeirão Preto, foram registradas 2.225 confirmações e 16 óbitos por Covid-19 apenas neste ano. Para especialistas, a iniciativa do Ministério da Saúde é relevante para compreender melhor sintomas persistentes que muitos relatam, como perda de olfato e paladar, sem que haja ainda consenso científico sobre a prevalência e mecanismos dessas sequelas.

Com dados mais robustos, autoridades e profissionais de saúde esperam orientar políticas públicas e cuidados clínicos para quem convive com efeitos a longo prazo da doença, além de ampliar o conhecimento científico sobre a Covid-19.

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