São três confrontos no histórico e três vitórias do Vozão; duelo é às 17h, no estádio Santa Cruz
Neste sábado, às 17h, Botafogo e Ceará se enfrentam no Estádio Santa Cruz em partida válida pela Série B do Brasileirão. Apesar de ambas as equipes já terem garantido a permanência na competição e não possuírem mais chances de acesso, a motivação permanece em pauta.
A Busca pela Motivação
Para o Botafogo, o jogo representa uma oportunidade para os jogadores demonstrarem seu valor e honrarem a camisa do clube. O volante Guilherme Mantuan destaca a importância do comprometimento individual para garantir a performance e o futuro profissional de cada atleta. Uma vitória contra o Ceará alçaria o time para a 11ª posição, deixando para trás a 12ª colocação que ocupa há dez rodadas.
O Desafio Cearense
Do lado do Ceará, o principal objetivo é quebrar uma sequência de cinco meses sem vitórias como visitante. A última vitória fora de casa aconteceu contra o Atlético Goianiense, ainda no primeiro turno da Série B, sob o comando de Eduardo Barroca. Desde então, o time passou por três treinadores e acumula cinco empates e seis derrotas em 11 jogos fora de casa. O meia Jean Carlos reconhece a dificuldade da situação, mas destaca a importância de buscar uma vitória para melhorar o ambiente da equipe. O Ceará chega ao jogo com desfalques importantes, como Lucas Ribeiro, Saul Luminário e Erick (que já acertou com o São Paulo).
Um Histórico Desfavorável e o Duelo Tático
Curiosamente, o Botafogo nunca venceu o Ceará em três confrontos históricos. A partida deste sábado também apresenta um desafio tático para o técnico Marcelo Chamusca, que tem mantido uma formação com três volantes. Especialistas questionam essa estratégia, sugerindo uma formação mais ofensiva, principalmente jogando em casa. A ausência de Erick no Ceará e as diferentes motivações de ambas as equipes prometem um jogo interessante, com o técnico Mancini retornando a Ribeirão Preto, sua cidade natal. A coincidência do horário com a final da Libertadores é criticada por especialistas, que apontam falta de sensibilidade da CBF em programar os jogos simultaneamente.


