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Sabe o ‘pneuzinho’? Aquela gordura abdominal? Condição acarreta problemas de saúde!

Quem fala dos riscos e da importância do acompanhamento médico é o cardiologista Yuri da Silva Brasil no 'CBN Saúde e Bem-Estar'
Sabe o pneuzinho? Aquela gordura abdominal?
Quem fala dos riscos e da importância do acompanhamento médico é o cardiologista Yuri da Silva Brasil no 'CBN Saúde e Bem-Estar'

Quem fala dos riscos e da importância do acompanhamento médico é o cardiologista Yuri da Silva Brasil no ‘CBN Saúde e Bem-Estar’

Medir a cintura virou rotina em consultas e check‑ups — e por um bom motivo. Especialistas alertam que o acúmulo de gordura na região abdominal é um marcador simples e acessível de risco para diabetes, dislipidemia e doenças cardiovasculares.

Por que a circunferência da cintura importa

O cardiologista Dr. Yuri da Silva Brasil explica que a gordura visceral — aquela que se acumula em torno dos órgãos — é a mais associada a problemas metabólicos. “Não se trata apenas de estética: a gordura abdominal está ligada a maior risco de pré‑diabetes, diabetes e eventos cardiovasculares”, diz o médico. Por isso, a medida da cintura é utilizada como um indicador prático em consultórios.

Quais medidas representam risco

Diretrizes internacionais variam, mas há parâmetros amplamente usados: uma circunferência abdominal acima de 94 cm em homens e 80 cm em mulheres indica risco aumentado; valores superiores a 102 cm (homens) e 88 cm (mulheres) são associados a risco substancialmente maior. Dr. Yuri ressalta que esses números funcionam como médias — a estatura e o biotipo influenciam — mas servem como referência útil para identificar quem precisa de maior vigilância.

O que fazer ao detectar excesso de gordura abdominal

O ponto de partida, segundo o cardiologista, é a adequação do peso por meio de orientação nutricional e prática regular de atividade física, sempre com avaliação médica prévia quando indicado. “É importante procurar um nutricionista e, antes de iniciar exercícios vigorosos, fazer a avaliação cardiológica”, afirma. Além das mudanças no estilo de vida, existem tratamentos farmacológicos recentes — como os agonistas do receptor GLP‑1 (por exemplo, semaglutida injetável) — que, acompanhados por equipe médica, podem ajudar pacientes obesos a alcançar o peso ideal.

O médico também lembra que a cintura não é o único indicador: exames de sangue (colesterol, glicemia, ácido úrico, entre outros) são fundamentais para avaliar o risco global, e medidas alternativas como o perímetro do pescoço podem complementar a avaliação em casos específicos.

Medições regulares e acompanhamento profissional permitem detectar alterações cedo e reduzir o risco de complicações. Pequenas mudanças na alimentação e na atividade física, aliadas a monitoramento médico, podem fazer diferença na saúde a longo prazo.

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