Secretaria estuda uma maneira para comprar energia no mercado, além da instalação de placas fotovoltaicas; ouça a coluna!
A Câmara de Ribeirão Preto realizou ontem uma audiência para discutir o aumento de 29,31% na tarifa de água, já em vigor. Apesar da convocação dos representantes da Saerp (Secretaria de Água e Esgoto) e da Ares-PCJ (agência reguladora), a câmara não aprovou o aumento, alegando que os vereadores da base do governo iriam se manifestar espontaneamente.
Reajuste e suas justificativas
O secretário da Saerp, Antônio Cadioli Oliveira Júnior, e diretores da Ares-PCJ estiveram presentes e explicaram o aumento, justificando-o pelo crescimento de 36% nos custos com energia elétrica nos últimos três anos, devido à falta de reajuste na tarifa. Esse aumento elevou o gasto anual com energia dos 120 postos da Saerp para R$ 9 milhões.
Soluções em estudo
A Saerp afirma estar estudando duas soluções para reduzir os custos com energia: a compra de energia no mercado paralelo e a instalação de placas fotovoltaicas. No entanto, ambas as alternativas ainda estão em fase de estudo, sem prazos definidos para implementação. A instalação de placas solares, inclusive, é uma proposta antiga, discutida há pelo menos uma década, que poderia trazer economia a longo prazo, mas que ainda não saiu do papel.
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Pauta da sessão da Câmara
A sessão da Câmara de hoje terá uma pauta considerada leve. Entre os projetos em discussão estão um repasse financeiro de R$ 500 mil à Fipasi, um crédito especial de R$ 6 milhões para a Secretaria da Saúde, a denominação de uma rua, uma homenagem com título de cidadania a Carlos Gilberto Carlote e um veto do prefeito a um projeto do vereador Matheus Moreno.