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Saiba as formas de prevenção do câncer de colo do útero

Oncologista falou sobre a doença no Manhã CBN
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Oncologista falou sobre a doença no Manhã CBN

Oncologista falou sobre a doença no Manhã CBN

Em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a prevenção e informação sobre o câncer de colo de útero foram destacadas em entrevista à CBN Ribeirão com o Dr. Diocésio Andrade, oncologista do Grupo Oncoclínicas e membro fundador do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos.

Câncer de Colo de Útero: Uma Doença Prevalente

O câncer de colo de útero é uma doença prevalente em países em desenvolvimento, superando em algumas regiões brasileiras até mesmo o câncer de mama. Sua prevenção primária é crucial, pois está fortemente ligada à infecção pelo HPV (papilomavírus humano). O dia 4 de março é dedicado à conscientização sobre o HPV, vírus causador de diversos tipos de câncer, sendo o de colo de útero o mais comum.

Prevenção e Vacinação

O Dr. Andrade destaca a importância da vacinação contra o HPV, especialmente para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos (duas doses, com intervalo de seis meses). O Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (Eva) lançou a campanha “Brasil sem câncer de colo de útero”, focando na conscientização e vacinação, com ações em escolas em parceria com o governo federal. Além do HPV, outros fatores de risco incluem tabagismo e atividade sexual precoce com múltiplos parceiros, aumentando o risco de outras doenças sexualmente transmissíveis.

Diagnóstico e Sintomas

A detecção precoce é fundamental, pois a doença muitas vezes não apresenta sintomas. O exame papanicolaou e o exame especular são importantes para diagnosticar lesões premalignas. Sintomas como sangramento fora do período menstrual, dor pélvica persistente, dor durante a relação sexual e corrimento anormal podem indicar a doença, mas o diagnóstico precoce através de exames regulares é a melhor forma de prevenção.

A entrevista reforça a importância da prevenção, da vacinação e dos exames regulares ginecológicos para a saúde da mulher. A disponibilidade da vacina contra HPV na rede pública de saúde facilita o acesso à prevenção, sendo responsabilidade dos pais e responsáveis garantir a proteção dos adolescentes.

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