Tenente Glauco Castilho Rossi conversou com a CBN Ribeirão
Em entrevista, o Tenente Glauco Castilho Rossi do Corpo de Bombeiros oferece orientações valiosas sobre como agir diante de situações de desmaio e convulsão. Acompanhe as dicas a seguir para saber como prestar os primeiros socorros de forma eficaz.
Reconhecendo os sinais de um desmaio
Identificar os sinais que precedem um desmaio é crucial para prestar assistência imediata. A vítima pode relatar tonturas e mal-estar generalizado. Observacionalmente, a pele pode apresentar-se fria e úmida, com os lábios, em alguns casos, exibindo uma coloração roxa. A pessoa também pode queixar-se de sensação de frio. Ao identificar esses sinais, é possível antecipar o desmaio e agir preventivamente.
O que fazer durante um desmaio
Ao se deparar com alguém que desmaiou, o primeiro passo é verificar a presença de sinais vitais, como respiração e batimentos cardíacos. Confirmando a presença desses sinais, é fundamental melhorar as condições da vítima. Areje o ambiente, afrouxe as vestes e posicione a pessoa deitada em um plano horizontal, elevando os membros inferiores para favorecer a circulação sanguínea nos órgãos vitais. Se a pessoa estiver prestes a desmaiar, posicione-a de forma confortável para ajudá-la a superar a situação.
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Como agir em casos de convulsão
A convulsão, que pode ser desencadeada por diversos fatores, incluindo problemas psicológicos ou neurológicos, manifesta-se pela perda de consciência, espasmos musculares, movimentos involuntários e salivação excessiva. O mais importante é manter a calma e proteger a vítima de possíveis ferimentos. Remova objetos próximos que possam machucá-la, sem restringir totalmente seus movimentos. É importante monitorar os sinais vitais da vítima e, caso a situação se agrave, providenciar o transporte para um hospital. Tanto no caso de desmaios quanto de convulsões, a tendência é que o quadro se resolva espontaneamente com o tempo, permitindo que a vítima recupere a consciência.
Estar preparado para agir em momentos de emergência pode fazer toda a diferença. Conhecer os sinais e os procedimentos corretos pode ajudar a salvar vidas.



