Ouça a reportagem da CBN Ribeirão com Marisa Fernandes
O caso do pequeno Joaquim, de apenas quatro meses, chocou a população e mobilizou as autoridades. Guilherme e Natália, os principais suspeitos, foram levados à delegacia para prestar depoimento e participar da reconstituição do crime.
Depoimentos e Reconstituição
Guilherme, vindo de Barretos, e Natália, de Franca, chegaram à delegacia sob custódia temporária. Natália apenas prestou um novo depoimento, enquanto Guilherme foi levado à residência onde morava com Natália, Joaquim e o filho do casal. A ação contou com a presença de peritos e policiais civis e militares, com o objetivo de reconstituir os eventos da noite do desaparecimento de Joaquim.
Revolta Popular e Segurança Reforçada
As ruas ao redor da casa foram interditadas, mas a população, revoltada, tentava se aproximar e expressar sua indignação. Gritos e protestos ecoavam contra a presença de Guilherme no local. A polícia precisou montar um forte esquema de segurança, com um grande contingente de policiais e até a cavalaria da PM, para conter a multidão que tentava agredir o suspeito.
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Trajeto e Tumulto
Durante o trajeto de Guilherme pelas ruas, refazendo o caminho que alega ter percorrido na noite do desaparecimento, o tumulto aumentou. A população, indignada, tentava furar o bloqueio policial para xingar e agredir o suspeito. Segundo o Capitão Marco Aurélio Teles da PM, o esquema de segurança foi considerado satisfatório, garantindo a segurança de Guilherme e o trabalho da perícia de Ribeirão Preto, liderada por Marisa Fernandes.
A investigação segue em andamento, buscando esclarecer todos os detalhes do caso e garantir que a justiça seja feita.



