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Saiba como funciona a produção dos tradicionais perus de Natal

Ouça os detalhes no 'Giro do Agro' desta véspera de Natal com a Gleice Lira
perus de Natal
Ouça os detalhes no 'Giro do Agro' desta véspera de Natal com a Gleice Lira

Ouça os detalhes no ‘Giro do Agro’ desta véspera de Natal com a Gleice Lira

Neste Natal, que tal ir além do sabor do peru e do frango e conhecer um pouco da história por trás dessas aves que protagonizam a ceia? O Giro do Agro, oferecimento Copercana, traz informações interessantes sobre a produção desses animais.

Peru: A fêmea rouba a cena

Apesar do macho ser o símbolo natalino, a verdade é que a peru fêmea é a estrela da mesa. Isso porque as peruas crescem menos que os machos, tornando-as mais vantajosas para o produtor comercializar em pedaços. O abate ocorre por volta das 10 semanas de idade, quando atingem cerca de 5kg, com uma carcaça ideal de 4kg para o Natal.

Frango: O macho reina

Já no caso do Chester, o frango natalino, a situação se inverte. Os machos crescem mais, sendo a opção principal para a ceia. As fêmeas, por sua vez, são destinadas ao mercado de aves para o dia a dia. Para atingir o tamanho ideal, os produtores realizam uma seleção genética, priorizando as características desejadas. É importante ressaltar que o frango de Natal não é usado para reprodução, sendo necessário iniciar o processo de linhagem a cada ano.

Diferenças na criação

Devido ao ritmo de desenvolvimento diferente, perus e peruas são criados separadamente. Se criados juntos, o macho, maior, pode consumir toda a ração, prejudicando o crescimento da fêmea. O agronegócio está presente até na sua mesa de Natal, garantindo um prato saboroso e cheio de história.

Desejamos a você e sua família um ótimo Natal!

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