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Saiba mais informações e como lidar com o Mal de Alzheimer

Ouça a coluna 'CBN Comportamento', com Daniele Zeoti
Mal de Alzheimer
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A doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência neurodegenerativa em idosos, sempre representou um desafio para a medicina. Sua causa permanece um mistério, afetando principalmente pessoas acima dos 60 anos, com a incidência aumentando drasticamente após os 85 anos. No entanto, uma recente descoberta científica reacendeu a esperança na comunidade médica e entre os pacientes.

O que é a Doença de Alzheimer?

A Doença de Alzheimer é um tipo de demência que se caracteriza pela degeneração progressiva das células do sistema nervoso central, os neurônios. Essa degeneração leva à perda de funções cognitivas, afetando a memória, o raciocínio e o comportamento. A doença impacta principalmente idosos, geralmente após os 60 anos, e seu avanço pode ser devastador para o paciente e seus familiares.

Fatores de Risco e Prevenção

Embora a idade seja o principal fator de risco, outros elementos podem influenciar o desenvolvimento da doença. A exposição a substâncias tóxicas como álcool, chumbo e alumínio, o uso indiscriminado de medicamentos, traumas cranianos repetidos e a exposição à radiação são considerados fatores de risco. Além disso, um estilo de vida estressante, com dificuldades em lidar com os desafios diários, também pode contribuir. Manter a mente ativa, através de atividades como palavras cruzadas ou jogos de estratégia, e adotar hábitos saudáveis são medidas preventivas importantes.

A Nova Esperança da Ciência

A recente descoberta científica representa um avanço significativo na busca por tratamento e prevenção. Pela primeira vez, um composto conseguiu impedir a degeneração dos neurônios em testes, abrindo caminho para novas terapias. Essa descoberta traz otimismo não apenas para a comunidade científica, mas também para pacientes e familiares que convivem com a doença. A expectativa é que futuras pesquisas possam confirmar a eficácia desse composto em seres humanos e minimizar possíveis efeitos colaterais.

O caminho para combater o Alzheimer ainda é longo, mas essa descoberta representa um passo importante, renovando a esperança em um futuro com mais qualidade de vida para os idosos.

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