Luit Marques, co-fundador do João Rock, comenta sobre o que o público pode esperar para este ano e fala dos planos para o futuro
Neste sábado, Ribeirão Preto recebe mais uma edição do João Roque, festival que completa 20 anos. Em entrevista, Luíte Marques, um dos fundadores, conta sobre a trajetória do evento e os destaques da edição comemorativa.
João Roque 2023: novidades e ampliação
Com o objetivo de inovar a cada ano, o João Roque 2023 traz melhorias significativas. A área do festival foi expandida, incluindo um novo palco exclusivamente feminino, o Aquarela, com cinco atrações. Além disso, foram criadas duas novas entradas para melhorar o fluxo de público, uma sugestão recebida por meio das redes sociais, ferramenta considerada importante para a conexão com o público e para captar feedbacks.
A importância da diversidade e representatividade
O palco Aquarela representa um compromisso com a diversidade e a inclusão, buscando dar voz a artistas mulheres e de outros segmentos. A intenção é que, em edições futuras, o palco seja dedicado a outros grupos sub-representados na indústria musical. A diversidade também se reflete na programação, que apresenta artistas de diversos gêneros musicais, como trap, sertanejo e rock, mostrando a riqueza da música brasileira.
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Do início ao sucesso: a história do João Roque
Criado em 2002 por três amigos, o João Roque surgiu da vontade de trazer a experiência dos grandes festivais do eixo Rio-São Paulo para o interior paulista. A primeira edição, realizada em uma terça-feira de feriado para reduzir custos, já reuniu 13 mil pessoas. O planejamento cuidadoso e a responsabilidade na gestão permitiram que o festival crescesse de forma sustentável, tornando-se um evento de grande porte e referência na música brasileira, sem abrir mão do protagonismo dos artistas nacionais.



