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O Clubhouse, uma nova rede social de áudio que surgiu no Vale do Silício em abril de 2020, tem chamado a atenção do mundo. Em apenas 10 meses, recebeu um investimento de US$ 100 milhões e atingiu um valuation de US$ 1 bilhão. Disponível apenas para iPhones e por meio de convites, a plataforma se destaca pela simplicidade e pela dinâmica de conversas em salas temáticas.
Como funciona o Clubhouse?
O aplicativo apresenta um feed de salas de bate-papo, onde os usuários podem participar de conversas sobre os mais diversos assuntos. A participação é livre, com a possibilidade de criar salas privadas com senhas. Similar a grupos do Facebook ou chats antigos, o Clubhouse promove a interação entre usuários, permitindo que eles conheçam novas pessoas e troquem experiências. Um ponto importante é que o conteúdo não é gravado, e a plataforma notifica qualquer tentativa de gravação de tela.
Exclusividade e Responsabilidade
A exclusividade do Clubhouse, inicialmente disponível apenas para iPhones e por meio de convites, garante um controle de qualidade dos usuários. Cada membro recebe dois convites iniciais, podendo receber mais conforme seu engajamento na plataforma. Existe um princípio de responsabilidade: se um usuário convidado viola as políticas da plataforma, tanto ele quanto quem o convidou são banidos. Essa medida visa manter a qualidade do ambiente e a confiança entre os usuários.
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Público-alvo e futuro do Clubhouse
Apesar de seu crescimento explosivo, o Clubhouse ainda está em fase experimental. Seu público-alvo, neste momento, é mais experiente e busca troca de conhecimento e networking. A plataforma atrai pessoas maduras, em contraste com redes sociais como o TikTok, focadas em um público mais jovem. Embora o crescimento possa se estabilizar, o Clubhouse tem potencial para se expandir, especialmente considerando sua proposta diferenciada de comunicação e a grande popularidade que conquistou. A venda de convites, ilegal na plataforma, demonstra o interesse e a expectativa em torno do aplicativo.