Marcelo Baratella destaca que ficar confortável pode resultar em estagnação e que é necessário se forçar à mudança
Marcelo Baratela, mentor de negócios, Sair da zona de conforto é, alertou sobre os riscos da zona de conforto para o futuro dos negócios e a realização de sonhos. Segundo ele, a zona de conforto é um estado mental que pode levar à estagnação, comparado a estar em uma banheira de água morna, que inicialmente relaxa, mas depois faz a pessoa perder energia sem perceber.
O que é a zona de conforto?: Baratela explica que a zona de conforto é familiar e previsível, o que agrada o cérebro, considerado o órgão mais preguiçoso do corpo. Embora mudar exija energia, o preço de não mudar é alto, causando perda de oportunidades, desmotivação das equipes, estagnação dos resultados, evasão de clientes e uma falsa sensação de segurança.
Como identificar a zona de conforto?
Algumas frases comuns indicam que a pessoa ou empresa está na zona de conforto, como: “Ah, sempre foi assim, para que mudar?”, “Estou esperando o momento certo”, “Não mexe no que está funcionando”, “Não tenho tempo para isso atrásra”, “Já tentei, não deu certo” e “Este mês está fraco, mês que vem melhora”.
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Como sair da zona de conforto?: O processo sugerido por Baratela envolve reconhecer a zona de conforto, enfrentar a zona do medo, onde surgem dúvidas e inseguranças, e avançar para a zona do aprendizado, que exige testar, errar e melhorar. Por fim, chega-se à zona do crescimento, onde os frutos do esforço são colhidos.
Ele propõe um desafio de sete dias para sair da zona de conforto, como ligar para um cliente perdido, usar uma nova ferramenta de vendas, pedir feedback direto, compartilhar um erro que virou aprendizado, estudar algo fora da zona de conhecimento ou realizar uma tarefa adiada.
Reflexões para o leitor
Baratela destaca que “desconforto é o preço do crescimento” e alerta que não desafiar a zona de conforto pode transformá-la em uma “prisão invisível”. Ele conclui afirmando que é possível viver no controle ou sobreviver no arrependimento, e questiona o que cada pessoa fará para se desconfortar e avançar para o próximo nível.