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Santa Casa de Franca alerta que precisa receber aporte de R$ 8 milhões para manter leitos de UTI

Atualmente são 53 leitos disponíveis, mas o contrato que garante o atendimento termina no fim de setembro
UTI leitos Santa Casa
Atualmente são 53 leitos disponíveis, mas o contrato que garante o atendimento termina no fim de setembro

Atualmente são 53 leitos disponíveis, mas o contrato que garante o atendimento termina no fim de setembro

Em Franca, a Santa Casa enfrenta dificuldades para manter os leitos de UTI destinados ao tratamento da Covid-19 em funcionamento. Atualmente, são 53 leitos disponíveis, mas o contrato que garante esse atendimento vence em setembro.

Preocupação com o futuro dos leitos de UTI

A instituição alertou sobre a necessidade de um aporte financeiro de R$ 8 milhões para evitar prejuízos e garantir a continuidade dos atendimentos. Segundo Thiago Silva, administrador do grupo Santa Casa, a situação é crítica: “Em julho, agosto e setembro, com certeza absoluta, a gente vai ter os 53 leitos. A partir de outubro, precisa se rever o montante em relação ao dinheiro, e consequentemente, a quantidade de leitos em funcionamento. A gente aguarda um retorno sobre esse aporte para manter os leitos abertos, ou, se necessário, uma quantidade menor, mas que atenda a população até o final do ano”.

Estado e Ministério da Saúde: responsabilidades divididas?

A reportagem procurou a Secretaria Estadual da Saúde para obter informações sobre a possibilidade do aporte financeiro. O Estado informou que a responsabilidade pelo envio do dinheiro é do Ministério da Saúde, que até o momento não se pronunciou sobre o assunto.

Cenário atual em Franca

A ocupação de leitos de UTI em Franca está em 56,3%, com 45 pacientes internados. Em hospitais da rede particular, a ocupação é de 69,2%, com 9 pacientes. A cidade registra 40.428 casos de Covid-19 e 921 óbitos desde o início da pandemia.

A situação da Santa Casa de Franca demonstra a fragilidade do sistema de saúde diante da pandemia, especialmente quando a responsabilidade pelo financiamento dos leitos de UTI é dividida entre Estado e Ministério da Saúde, gerando incertezas quanto ao futuro dos atendimentos.

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