A equipe intensivista da Santa Casa de Guaíra-SP, realizou mais um processo de captação de órgãos na unidade na última terça-feira (06). A doação foi possível, após a equipe intensivista, detectar morte encefálica, em um paciente de 29 anos de Olímpia-SP que estava internado na unidade e a autorização da família.
Após estes processos, o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto-SP é responsável por informar a rede de doação de órgãos para atender a fila de espera. Segundo o médico intensivista Gabriel Zamperlini, o primeiro órgão retirado foi o coração, transportado por um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) para o Instituto do Coração em São Paulo.
Outros órgãos como fígado e rins foram retirados e transportados para o Hospital das Clínicas em Ribeirão Preto-SP e o Hospital de Base de São José do Rio Preto-SP.
O médico Gabriel Zamperlini explica ainda que depois da constatação do óbito, após a última prova de morte encefálica e a comunicação com as instituições que podem receber os órgãos, o processo logístico deve ser rápido e assertivo. O coração foi o primeiro a ser retirado porque ele precisa ser implantado após quatro horas da retirada, porém quanto mais rápido os órgãos forem implantados, a chance de sucesso é maior.
Desde a inauguração UTI de Guaíra em 2022, é a segunda vez que o hospital realiza este processo de retirada de órgãos para transplante.



