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Santa Casa de Igarapava suspende cirurgias eletivas

Hospital alega crise financeira e atrasos de ao menos R$ 472 mil em repasses que deveriam ter sido feitos pela Prefeitura
Santa Casa Igarapava cirurgias
Hospital alega crise financeira e atrasos de ao menos R$ 472 mil em repasses que deveriam ter sido feitos pela Prefeitura

Hospital alega crise financeira e atrasos de ao menos R$ 472 mil em repasses que deveriam ter sido feitos pela Prefeitura

A Santa Casa de Garapava suspendeu a realização de cirurgias eletivas, alegando uma grave crise financeira. A medida drástica foi tomada devido ao atraso de, no mínimo, R$ 472 mil em repasses que deveriam ter sido efetuados pela prefeitura municipal.

Impacto nos Atendimentos e Serviços

O hospital, que realiza uma média de 150 atendimentos diários, atrásra está encaminhando pacientes para as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), restringindo seus serviços a casos de urgência e emergência. Embora parte do corpo médico continue trabalhando, os plantonistas não recebem seus pagamentos desde a última quinta-feira, agravando ainda mais a situação.

Justificativa da Prefeitura

A prefeitura, por sua vez, atribui os atrasos nos repasses de recursos municipais a uma diminuição na receita. Contudo, garante que tem mantido em dia os repasses de verbas federais. Segundo a administração da Santa Casa, 76% dos atendimentos realizados pelo hospital são feitos através do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de um convênio com o município.

Detalhes da Parceria e Repasses

Após a municipalização da Santa Casa em 2013, a parceria estabeleceu um repasse mensal de aproximadamente R$ 400 mil. Desse montante, R$ 140 mil são garantidos por recursos federais, e o restante é de responsabilidade da prefeitura. Em nota, a prefeitura informou que tem garantido integralmente os repasses federais, e que uma verba referente ao mês de setembro foi depositada no hospital na terça-feira. No entanto, confirmou que os repasses provenientes do orçamento municipal estão atrasados devido à queda na arrecadação municipal.

A situação exige atenção para que os serviços essenciais à população não sejam comprometidos de forma prolongada.

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