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Santa Casa de Ipuã entra em colapso e paciente aguarda vaga em UTI

Cidade comporta 10 leitos e todos estão ocupados; na DRS de Franca 14 aguardam internação
colapso UTI
Cidade comporta 10 leitos e todos estão ocupados; na DRS de Franca 14 aguardam internação

Cidade comporta 10 leitos e todos estão ocupados; na DRS de Franca 14 aguardam internação

A situação na região de Franca é crítica devido ao aumento de casos de COVID-19 e à ocupação total de leitos de UTI em diversos hospitais. Profissionais de saúde relatam o difícil cenário de ter que escolher quem será atendido em meio à falta de vagas.

Leitos de UTI lotados e filas de espera

Pelo menos quatro instituições na região de Franca estão com 100% de ocupação de leitos de UTI. Em Ipuã, os 10 leitos disponíveis estão lotados, com 14 pessoas na fila de espera. A prefeitura confirmou que a situação chegou ao ponto de “vagas zero”, onde mesmo com uma vaga liberada, há outra pessoa aguardando. A situação é tão urgente que pacientes na enfermaria podem precisar de UTI a qualquer momento. Em Igarapá, a situação é semelhante, com os 10 leitos de UTI lotados. A falta de leitos também afeta Franca, com pacientes sendo transferidos para outras cidades.

Aumento de casos e falta de recursos

Franca registra um número alarmante de casos ativos de COVID-19 (3.207) e mais de 2.000 pessoas aguardando resultados de exames. A taxa de transmissão é de 1,92, indicando alta transmissibilidade do vírus. A ocupação de leitos de UTI na região de Franca, incluindo a rede privada, está em 82%, enquanto em Ribeirão Preto, chega a 83,64%. Em Ribeirão Preto, o número de mortes por COVID-19 em 24h foi o maior desde setembro de 2020. A situação levou Franca à fase vermelha do Plano São Paulo, com restrições mais rígidas.

O drama dos profissionais de saúde

A situação de colapso nos hospitais impõe aos profissionais de saúde a difícil decisão de escolher quem receberá atendimento em UTI, gerando sofrimento e exaustão para os profissionais que estão na linha de frente do combate à pandemia há mais de um ano. A falta de leitos e recursos intensifica a gravidade da crise sanitária, exigindo medidas urgentes para evitar mais mortes e o colapso total do sistema de saúde.

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