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São Joaquim da Barra transforma UPA em unidade de tratamento de pacientes com dengue

Medida visa amenizar os impactos causados pela grande incidência da doença na cidade; três mortes suspeitas foram confirmadas
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Medida visa amenizar os impactos causados pela grande incidência da doença na cidade; três mortes suspeitas foram confirmadas

Medida visa amenizar os impactos causados pela grande incidência da doença na cidade; três mortes suspeitas foram confirmadas

São Joaquim da Barra enfrenta uma grave epidemia de dengue, com medidas emergenciais sendo tomadas pela prefeitura. A situação se agravou a ponto de transformar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em unidade de referência para tratamento da doença, com atendimento diferenciado a partir de amanhã, segundo o diretor de saúde, Rangé Luiz de Mello.

UPA como referência no combate à dengue

Para otimizar o atendimento e garantir tratamento adequado, a UPA de São Joaquim da Barra passará a ser referência no tratamento de dengue. O protocolo adotado visa agilizar o atendimento e oferecer o tratamento mais eficaz para os pacientes com sintomas da doença.

Medidas da prefeitura e conscientização da população

Além da transformação da UPA, a prefeitura cancelou o carnaval e publicou um esquema especial para atender casos suspeitos. A situação é agravada pela presença de lixo e entulho em diversos bairros, criadouros ideais para o mosquito Aedes Aegypti. A população é chamada a colaborar na limpeza de quintais e remoção de objetos que acumulam água, evitando a proliferação do mosquito. O número de casos é alarmante: 158 suspeitos, 104 confirmados e três mortes por dengue hemorrágica.

Impacto na rotina da cidade e medidas futuras

Devido à gravidade da situação, o município decretou estado de calamidade pública e adiou o início das aulas em duas semanas, retornando dia 18 de fevereiro. A prefeitura garante que as escolas serão adequadas para evitar focos do mosquito. A situação em cidades vizinhas como Orlândia (76 suspeitos, 58 confirmados) e Guará (82 suspeitos) também é preocupante, reforçando a necessidade de ações contínuas de prevenção e combate à dengue.

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