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Saúde confirma terceira morte relacionada ao H1N1 em Ribeirão

Outras sete mortes por complicações da doença estão sendo investigadas pela Secretaria
morte relacionada ao H1N1
Outras sete mortes por complicações da doença estão sendo investigadas pela Secretaria

Outras sete mortes por complicações da doença estão sendo investigadas pela Secretaria

A Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto confirmou a terceira morte por H1N1 na cidade este ano e está investigando outras seis mortes suspeitas. A confirmação desses casos depende dos resultados dos exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz.

O Caso da Jovem Ildaline de Oliveira

A vítima mais recente confirmada é Ildaline de Oliveira, de 19 anos, que estava internada na Santa Casa desde 10 de março. Segundo o atestado de óbito, a jovem faleceu devido ao H1N1, além de choque séptico de foco pulmonar e pneumonia. No boletim quinzenal divulgado pela secretaria em 1º de abril, constavam seis casos da doença, incluindo duas mortes por H1N1, além de 58 casos suspeitos sob investigação.

Vacinação e Cuidados Essenciais

Apesar do aumento de casos e da confirmação da circulação antecipada do vírus, o secretário de Saúde, Stênio Miranda, minimizou a situação, afirmando que não há um surto de H1N1 na cidade e que o cenário não é alarmante, já que a vacinação contra a doença está prevista para este mês. Miranda enfatizou a importância dos cuidados especiais para pacientes com H1N1, destacando que a doença requer mais assistência hospitalar do que a dengue.

Prevenção e Recomendações

O secretário também reforçou a importância da vacinação para os grupos prioritários, incentivando aqueles que não se vacinaram no ano passado a procurarem uma unidade de saúde. Enquanto a vacina não chega, a recomendação é que as pessoas dos grupos prioritários se imunizem. A professora Olímpia Borges é mais uma vítima suspeita, elevando o número de casos em investigação para sete. Ela deu entrada no Hospital Ribeirânia com falta de ar, e amostras foram coletadas para análise no Instituto Adolfo Lutz. A Secretaria de Saúde informou que não comenta casos individuais, mas que toda morte suspeita é investigada.

O médico infectologista da USP, Valdes Roberto Bollela, explica que o contágio ocorre principalmente pelo ar, através de gotículas liberadas por tosse ou espirro, e também pelo contato com superfícies contaminadas. A recomendação é lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou utilizar álcool gel. O uso de máscaras é indicado em ambientes de saúde para reduzir o risco de transmissão.

Além de Ribeirão Preto, outras cidades da região também registraram casos e mortes suspeitas de H1N1, como Franca, Batatais e Brodowski.

Diante do avanço da H1N1 na região, medidas preventivas como higiene das mãos e vacinação permanecem cruciais para mitigar a propagação da doença.

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