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Saúde de Franca tem 29 pessoas com Covid-19 aguardando por internação

São dez pacientes em estado grave aguardando por UTI e 19 em enfermarias; Santa Casa da cidade solicitou a abertura de 12 leitos
Covid-19 Franca
São dez pacientes em estado grave aguardando por UTI e 19 em enfermarias; Santa Casa da cidade solicitou a abertura de 12 leitos

São dez pacientes em estado grave aguardando por UTI e 19 em enfermarias; Santa Casa da cidade solicitou a abertura de 12 leitos

Franca enfrenta grave crise de leitos hospitalares para pacientes com COVID-19

Pacientes aguardam transferência em UPAs e pronto-socorro

A situação em Franca é preocupante. Dezenas de pessoas aguardam transferência de UPAs e pronto-socorro para leitos de UTI ou enfermaria. Na UPA Aeroporto, um paciente aguarda regulação para enfermaria; na UPA Anita, são dois; e no Pronto Socorro, 26 pacientes estão internados, sendo 16 em enfermaria e três intubados, necessitando de transferência. A demora e as condições precárias em que aguardam podem agravar o quadro de saúde dos pacientes.

Ações da Prefeitura e Governo do Estado

A Prefeitura de Franca, em conjunto com o Estado, busca acelerar a abertura de novas vagas. O prefeito Alexandre Ferreira anunciou um investimento de R$ 340 mil na locação de equipamentos para a abertura de 12 novos leitos de UTI na Santa Casa. A Santa Casa também enviou um plano de trabalho para a abertura de mais leitos de UTI adulto (27 leitos e 10 de enfermaria), aguardando aprovação dos valores para a instalação. O Estado, por sua vez, afirma manter diálogo com os gestores municipais para auxiliar no monitoramento da rede e definição de estratégias assistenciais. A ativação de novos leitos, no entanto, depende também do Ministério da Saúde e das prefeituras.

Situação atual e perspectivas

A região de Franca conta com mais de 50 leitos de enfermaria (ocupação de pouco mais de 50%) e 45 leitos de UTI (ocupação de 61,7%). Apesar dos esforços, a demanda continua alta, e a preocupação com as famílias que têm pacientes aguardando regulação permanece. A falta de estrutura adequada nas unidades de pronto atendimento aumenta o risco de agravamento do quadro de saúde dos pacientes. A situação exige monitoramento constante e ações efetivas para garantir o atendimento adequado à população.

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