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Saúde de Ribeirão monta frente de trabalho para combater o H1N1

Ação contra o vírus será colocada em prática tanto na rede pública, quanto na particular
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Ação contra o vírus será colocada em prática tanto na rede pública, quanto na particular

Ação contra o vírus será colocada em prática tanto na rede pública, quanto na particular

Em resposta ao recente aumento de casos de H1N1 em Ribeirão Preto e região, a Secretaria de Saúde anunciou a criação de uma frente de trabalho para combater o vírus influenza nas redes pública e privada de saúde. O secretário Steno Miranda detalhou as estratégias durante entrevista à Rádio CBN.

Estratégias de Combate ao H1N1

A reunião, planejada desde a semana anterior, teve como objetivo principal apresentar aos responsáveis pelos hospitais o cenário epidemiológico atual da influenza, com foco no H1N1. Foram apresentados dados sobre o número de casos, internações e casos graves, para que os hospitais pudessem se planejar e organizar seus serviços adequadamente.

Capacidade Hospitalar e Aquisição de Leitos

Um dos pontos cruciais da reunião foi avaliar a capacidade dos hospitais da cidade e região em atender a demanda de pacientes que necessitem de assistência hospitalar. O secretário mencionou a possibilidade de aquisição de leitos da rede privada caso a rede pública atinja sua capacidade máxima, embora ressalte que ainda há reservas disponíveis.

Abastecimento de Oseltamivir (Tamiflu)

Questionado sobre o estoque de Oseltamivir (Tamiflu), medicamento eficaz contra o H1N1, o secretário informou que o Ministério da Saúde está distribuindo o medicamento para as Secretarias Estaduais, que por sua vez repassam aos municípios. Após um período de escassez, o abastecimento está sendo regularizado com a chegada de novos lotes.

Orientações à População

O secretário reforçou a importância da prevenção, como a higienização frequente das mãos, especialmente após contato com locais públicos. Ele também lembrou da campanha de vacinação para os grupos prioritários (crianças, gestantes, idosos, portadores de doenças crônicas e profissionais de saúde), incentivando aqueles que não se vacinaram no ano passado a procurarem uma unidade de saúde. Além disso, é crucial proteger a boca ao tossir ou espirrar, preferencialmente com um lenço descartável.

A colaboração entre os serviços de saúde, juntamente com a conscientização da população, são essenciais para mitigar o risco de uma epidemia de H1N1 na região.

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