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Saúde de Ribeirão passa 53 leitos de UTI, que eram para Covid-19, para atendimentos em outras especialidades

Mesmo com a queda na oferta, a taxa de ocupação dos leitos exclusivos de Covid-19 é de 65,81%
leitos UTI Ribeirão Preto
Mesmo com a queda na oferta, a taxa de ocupação dos leitos exclusivos de Covid-19 é de 65,81%

Mesmo com a queda na oferta, a taxa de ocupação dos leitos exclusivos de Covid-19 é de 65,81%

Queda nas Internações por Covid-19 em Ribeirão Preto

Ribeirão Preto registra queda significativa nas internações por Covid-19, resultando no fechamento de mais de 50 leitos exclusivos para a doença em hospitais públicos e particulares. Há um mês, a cidade apresentava mais de 100 internações a mais em estado grave em comparação com os números atuais. Essa redução traz alívio não apenas na estrutura hospitalar, mas também para os profissionais de saúde.

Impacto Positivo em Outros Tratamentos

A diminuição de casos graves de Covid-19 libera leitos para outras demandas, como cirurgias e tratamentos de outras doenças. Segundo o médico oncologista do Instituto Oncológico de Ribeirão Preto, Dr. Ossésio Andrade, essa redução é um alento para pacientes com câncer e outras doenças que tiveram seus tratamentos afetados pela pandemia devido à falta de leitos e profissionais disponíveis. Com o arrefecimento da pandemia, espera-se que o tratamento desses pacientes volte ao normal.

Alerta e Cautela: A Importância da Prevenção

Apesar da melhora no cenário, é crucial manter a cautela. Embora a cidade esteja na fase verde do Plano São Paulo, com taxa de ocupação de leitos de UTI em 65%, e a região DRS-13 em 68%, é importante lembrar que a queda nos indicadores no início do ano foi seguida por uma onda mais severa da pandemia. A variante Delta está em transmissão comunitária em São Paulo, com aumento de casos em torno de 5%, e a situação de Ribeirão Preto está diretamente ligada à capital paulista. A vacinação contribui para a redução de casos, mas o distanciamento social, o uso de máscaras e o cumprimento das medidas sanitárias continuam essenciais para controlar a pandemia e evitar novas ondas de contágio.

Ainda que os números de internações estejam diminuindo, é fundamental manter a vigilância e seguir as recomendações de saúde pública. A vacinação é uma ferramenta crucial, mas não elimina completamente o risco de contágio. A cautela e a responsabilidade individual são imprescindíveis para a manutenção da estabilidade e a prevenção de futuros surtos.

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