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Se vivo, Ayrton Senna completaria 64 anos nesta semana

Na coluna 'CBN Giro Sobre Rodas' Thiago Songa fala sobre o piloto tricampeão da Fórmula 1 e ídolo do automobilismo brasileiro
Se vivo
Na coluna 'CBN Giro Sobre Rodas' Thiago Songa fala sobre o piloto tricampeão da Fórmula 1 e ídolo do automobilismo brasileiro

Na coluna ‘CBN Giro Sobre Rodas’ Thiago Songa fala sobre o piloto tricampeão da Fórmula 1 e ídolo do automobilismo brasileiro

O programa CBN Giro sobre Rodas abriu a semana relembrando Ayrton Senna: o tricampeão completaria 64 anos nesta semana e, ao mesmo tempo, a marca de três décadas desde sua morte voltou a provocar memórias e reflexões. Em entrevista à rádio, o especialista em automobilismo Thiago Songo avaliou o legado do piloto e imaginou como teria sido a trajetória de Senna se ele estivesse vivo.

Uma figura pública e presente na mídia

Songo destacou que Senna era sociável com a imprensa e mantinha muitas amizades entre jornalistas, o que o tornaria uma presença constante nos meios de comunicação. “Ele gostava de imprensa e sempre conversou com jornalistas”, disse o especialista, sugerindo que Senna poderia ocupar papel semelhante ao de ícones do esporte que migraram para a mídia, comentando corridas e participando de debates.

Segundo Songo, é plausível imaginar Senna atuando como comentarista, conselheiro de equipes ou integrando conselhos de escuderias, à semelhança do que fizeram nomes como Alain Prost e Jack Stewart. Também foi levantada a possibilidade — menos certa — de ter liderado ou fundado uma equipe, lembrando o exemplo de Wilson Fittipaldi: “O mundo precisa dos loucos”, afirmou, ao avaliar o quanto a ousadia faz parte do esporte.

O legado na pista e além dela

O comentarista recordou aspectos da carreira que contribuíram para a formação do mito Senna: a ascensão precoce na Fórmula 1, a fama de “rei da chuva” e a primeira vitória que já anunciava um talento diferenciado. Songo lembrou momentos marcantes, como a vitória em Portugal e a passagem pela Lotus, e classificou a postura do piloto como a de alguém que buscava equipes capazes de corresponder às suas ambições.

Ao tratar da morte, o especialista relembrou o impacto social e midiático de 1994, citando imagens que ficaram na memória coletiva e o inédito congestionamento de helicópteros nas imediações do cemitério. Para Songo, Senna deixou mensagens de perseverança e trabalho árduo que se transformaram em referências para atletas e fãs: “Ele colocava a faca nos dentes e saía para ser campeão”.

Songo também recordou a corrida de 1º de maio de 1994, quando o piloto, que havia enfrentado um início de temporada difícil, largou na pole e sofreu um acidente enquanto lidava com um carro desafiador e uma nova configuração de suspensão — imagens que consolidaram sua trajetória como algo próximo de um roteiro cinematográfico.

Memória ativa e cobertura jornalística

Para a equipe da CBN, a lembrança de Senna segue sendo pauta e reflexo do apego do público ao automobilismo. A transmissão reforçou que a figura do piloto continua a provocar debates sobre carreira, risco e passado esportivo, e anunciou que a programação do canal deverá marcar presença em eventos relacionados ao legado do esporte nos próximos dias.

Mesmo passadas três décadas, Ayrton Senna permanece como referência no esporte brasileiro: sua história, entre vitórias, escolhas e o impacto de sua morte, segue mobilizando jornalistas, especialistas e torcedores.

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