Alexandre de Moraes participou da inauguração de novas sedes da delegacia de Guatapará e esteve no Deinter 3, em Ribeirão Preto
O secretário de Segurança Pública do Estado, Alexandre de Moraes, cumpriu agenda em Ribeirão Preto e região, marcando presença na inauguração das novas instalações da delegacia de Guatapará e da Quarta Companhia do 33º Batalhão de Polícia Militar do Interior, em Guaíra.
Reforço no Policiamento Estadual
Durante sua visita ao D-Inter 3, em Ribeirão Preto, Moraes abordou a questão da formação de novos policiais, visando a redução do déficit de efetivo no estado. “Ontem, juntamente com o governador João Doria, formamos mais 295 policiais, entre escrivães e agentes. Esses novos profissionais já estão sendo distribuídos pelo estado”, afirmou o secretário.
Adicionalmente, Moraes mencionou a iminente homologação de concursos públicos realizados em 2013. “Desde que assumi a secretaria, o governador determinou celeridade nos concursos para que pudéssemos repor o pessoal. Em breve, teremos mais 129 delegados, 788 escrivães, 2 mil investigadores de polícia, 140 médicos legistas e 350 peritos criminais”, complementou.
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Impacto da Aposentadoria Compulsória
O secretário também explicou que a carência de policiais nos últimos anos foi intensificada pela aposentadoria de diversos profissionais. “Todos os estados foram surpreendidos pela aprovação de uma lei complementar federal que reduziu a idade da aposentadoria compulsória da Polícia Civil de 70 para 65 anos. Isso gerou um grande número de aposentadorias, principalmente no interior, onde muitos policiais permaneciam em atividade até os 70 anos”, detalhou Moraes.
Cenário Nacional da Segurança Pública
Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelam um quadro preocupante em 2014, com 58.559 mortes decorrentes de homicídios dolosos, lesões corporais seguidas de morte, latrocínios e ações policiais. Essa estatística alarmante representa uma morte a cada nove minutos em todo o país.
O 9º Anuário Brasileiro de Segurança Pública aponta para um aumento de quase 5% no número de mortes em relação a 2013, elevando a taxa de 27,8 para 28,9 mortes a cada 100 mil habitantes. Embora o estado de São Paulo apresente o menor índice (12,7 a cada 100 mil habitantes), a Organização Mundial da Saúde considera áreas com índices acima de 10 como zonas endêmicas de violência.
As ações do governo visam mitigar os problemas de segurança no estado.



