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Secretária da Cultura garante que prédio do Marp não será vendido

Local onde funciona o Museu de Arte de Ribeirão Preto pertence à Telefônica e o contrato de comodato com a Prefeitura terminou
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Local onde funciona o Museu de Arte de Ribeirão Preto pertence à Telefônica e o contrato de comodato com a Prefeitura terminou

Local onde funciona o Museu de Arte de Ribeirão Preto pertence à Telefônica e o contrato de comodato com a Prefeitura terminou

O Museu de Arte de Ribeirão Preto (MARP), localizado no centro da cidade, enfrenta incertezas quanto à sua permanência no prédio que ocupa. Atualmente, o imóvel pertence à Vivo, e a prefeitura administra o museu por meio de um comodato vencido desde 2012.

Situação do Comodato

Apesar dos rumores de venda do prédio, a secretária da Cultura de Ribeirão Preto, Isabela Pesote, afirmou que a Vivo não tem intenção de vender o imóvel. No entanto, a ausência de um novo acordo formal preocupa. O comodato não foi renovado, e a prefeitura depende de um acordo verbal com a empresa para manter o MARP no local. A busca pela renovação do comodato segue em andamento, sem prazo definido para conclusão.

Ações da Prefeitura e do Legislativo

A prefeitura busca renovar o comodato com a Vivo e estuda a possibilidade de transferência definitiva do prédio para a administração municipal. Paralelamente, o vereador Alessandro Maraca se reuniu com representantes da Vivo para discutir a questão. Embora a empresa tenha negado a intenção de venda, a falta de um acordo formal mantém a insegurança sobre o futuro do MARP. A Vivo está avaliando seus imóveis na cidade, incluindo aqueles utilizados pela prefeitura, o que aumenta a apreensão.

Perspectivas e Implicações Jurídicas

A situação jurídica envolvendo outros prédios da Vivo na cidade, que também são utilizados pela prefeitura, adiciona complexidade à questão. Existe uma demanda judicial em andamento, e a possibilidade de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) é considerada para regularizar o uso desses imóveis. Enquanto isso, a incerteza sobre o futuro do MARP permanece, destacando a necessidade de um acordo formal entre a prefeitura e a Vivo para garantir a preservação do museu e seu acesso à comunidade.

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