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Secretaria de Saúde atualiza dados sobre a dengue em Ribeirão Preto

No total, aconteceram 27.876 notificações da doenças, sendo que 15.872 são casos confirmados; confira os números por região
Secretaria de Saúde atualiza dados sobre
No total, aconteceram 27.876 notificações da doenças, sendo que 15.872 são casos confirmados; confira os números por região

No total, aconteceram 27.876 notificações da doenças, sendo que 15.872 são casos confirmados; confira os números por região

Ribeirão Preto confirmou mil novos casos de dengue, Secretaria de Saúde atualiza dados sobre, totalizando 15.872 casos confirmados e seis mortes pela doença, segundo atualização da Secretaria de Saúde. Até o momento, foram registradas 27.876 notificações, das quais 6.924 foram descartadas. Cinco óbitos ainda estão em investigação.

Distribuição dos casos por região

A zona leste concentra o maior número de casos confirmados, com 4.731 registros. Em seguida, aparecem a zona oeste (3.853 casos), zona sul (3.203), região central (2.129) e zona norte (1.895).

Medidas de combate ao mosquito Aedes aegypti: Equipes da vigilância em saúde instalaram armadilhas nas regiões do Parque Ribeirão, Vila Virgínia, Jardim Piratininga e Jardim Marquês. As armadilhas consistem em baldes pequenos com água e larvicida, que impede a proliferação do mosquito. O larvicida pode ser disseminado pelas fêmeas do mosquito ao entrar em contato com a substância.

“A intenção é que a fêmea disseminar o larvicida para criadouros que só ela conhece”, explicou Luís Amárcio Romanholi Passos, diretor da divisão de vigilância em saúde de Ribeirão Preto.

Funcionamento e manutenção das armadilhas: O trabalho ocorre em fases: primeiro, o cadastro e escolha dos locais em parceria com a Fiocruz e o Ministério da Saúde; depois, a instalação das armadilhas; e, após 30 dias, a manutenção para troca da tela impregnada com larvicida, que mantém sua eficácia por esse período.

“A concentração do larvicida na tela é suficiente para impedir o ciclo evolutivo do mosquito por 30 dias”, afirmou Luzia Márcia, responsável pelo trabalho.

Segurança e expectativa: O larvicida utilizado, periproxifém, é adotado pelo Ministério da Saúde e não oferece riscos a humanos ou animais. Ele é utilizado inclusive em reservatórios de água para consumo humano no Nordeste do Brasil.

“A ação do larvicida é no ciclo larvário do mosquito e não faz mal a seres humanos e animais”, explicou a chefe da Divisão de Vigilância em Saúde de Ribeirão Preto.

A prefeitura espera que, com a instalação das armadilhas e a chegada do tempo mais frio e seco, os casos de dengue diminuam. A população é orientada a continuar eliminando focos do mosquito em suas residências e fiscalizando a vizinhança.

O repórter Fábio Marquisel relatou ter contraído dengue neste ano, destacando a gravidade da doença e a importância dos cuidados para evitar novos casos.

Informações adicionais

A dengue possui quatro tipos diferentes do vírus. Após a infecção por um tipo, a pessoa fica imune a ele, mas pode ser infectada pelos outros três, o que pode resultar em quadros mais graves.

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