Na região, as cidades mais bem colocadas no ranking do programa ‘Verde Azul’ são Franca e Sertãozinho
Ranking Ambiental Paulista: Resultados de 2016
A avaliação anual de práticas ambientais em cidades paulistas, representada pelo selo verde e azul, trouxe resultados diversos em 2016. Franca, por exemplo, alcançou a oitava posição, enquanto Sertãozinho, segunda colocada em 2015, caiu para a décima sexta. Ribeirão Preto também apresentou queda, passando da 37ª para a 46ª posição. Barrinha teve a pior avaliação, ocupando a 604ª colocação.
Ações do Governo Estadual para Melhoria Ambiental
O secretário estadual de meio ambiente, Ricardo Salles, destacou as ações do governo para melhorar o cenário. Entre elas, a intensificação da fiscalização de aterros sanitários. De 91 aterros irregulares em 2016, 54 foram desativados, e o número de áreas inadequadas caiu de 91 para 37 até março de 2017, graças ao programa “Lixão Zero”. A meta é eliminar completamente os aterros irregulares até o final do ano.
Controvérsia sobre Venda de Áreas Florestais
A polêmica venda de áreas florestais, anunciada em fevereiro como forma de gerar recursos para o ecoturismo e exploração madeireira, gerou protestos em Batatais. A população, com apoio da prefeitura, se manifestou contra a cessão de um orto considerado espaço de uso e exploração. O secretário Salles argumentou que a manutenção do orto na forma proposta pelo prefeito é um equívoco, pois a venda não inclui áreas de preservação permanente, reservas legais e nascentes. O aterro de Batatais foi citado como o pior do estado e interditado.
Leia também
O programa de selo verde-azul, com adesão voluntária, cresceu significativamente desde 2008, passando de 44 para 623 municípios participantes em 2017. A participação no programa é um dos critérios para a liberação de recursos do Fundo Estadual de Controle da Poluição (Fecop).



