Segundo a Divisão de Vigilância Ambiental em Saúde, mais de seis milhões de campanhas contra as doenças foram feitas em Ribeirão
Ribeirão Preto obteve resultados positivos no combate ao mosquito Aedes aegypti em 2017, segundo relatório da vigilância em saúde.
Números animadores, mas com alerta
Apesar de os números de casos registrados terem ficado baixos em comparação com o ano anterior, a chefe da vigilância em saúde, Maria Lúcia Biagini, alerta para o possível aumento de casos com a chegada do verão e das chuvas. Foram realizadas mais de 800 mil visitas em diversos locais, incluindo residências e pontos estratégicos da cidade, resultando em baixos índices de transmissão. Entretanto, a mudança climática já mostra um aumento gradual de casos, com previsão de alta em janeiro, fevereiro e março.
Ações de combate e conscientização
Em 2017, foram realizadas 5.130 vistorias em imóveis com recipientes propícios à proliferação do mosquito, como depósitos de pneus e ferros-velhos. Além disso, 296 mil vistorias foram feitas em locais com alta incidência de dengue, zika e chikungunya. A participação da população é considerada essencial para o controle da situação. A recomendação é que os moradores fiquem atentos à eliminação de criadouros em suas residências.
Situação epidemiológica e próximos passos
A situação epidemiológica de Ribeirão Preto está controlada, mas as ações de combate serão intensificadas. O índice de infestação predial em sete das onze áreas pesquisadas está entre 1 e 2, classificando a cidade em alerta para possíveis epidemias de dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela. A conscientização da população é fundamental para alcançar um controle efetivo das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.



