Sandro Scarpelini ainda vê com cautela a queda dos números de internações
A taxa de ocupação de leitos de UTI para pacientes com COVID-19 em Ribeirão Preto vem diminuindo, tanto na rede pública quanto na particular. Segundo informações do presidente do grupo São Lucas, Pedro Paloce, essa queda é reflexo das medidas restritivas implementadas pela prefeitura e, principalmente, do aumento da cobertura vacinal, embora ainda não ideal.
Queda na ocupação de leitos
Apesar do ritmo acelerado da vacinação, a rede privada mantém cautela e não pretende fechar leitos destinados à COVID-19 em julho. Mesmo com a queda acentuada na ocupação de leitos nas últimas semanas, a possibilidade de uma terceira onda e a retomada das atividades geram preocupação. O grupo São Lucas, por exemplo, mantém 40 leitos disponíveis, com ocupação de 55%.
Precaução e prevenção
Apesar do cenário positivo, as autoridades reforçam a importância de manter as medidas de prevenção, como o uso de máscara, higienização das mãos e o distanciamento social para evitar aglomerações. A queda nos números é vista com esperança, mas não como um sinal para relaxar os cuidados.
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Cenário atual e perspectivas futuras
Em Ribeirão Preto, a taxa de ocupação de leitos de UTI para COVID-19 está em 71,38%, com 227 pessoas internadas. O secretário municipal da saúde, Sandri Scarpeline, destaca que, embora os números sejam animadores, com queda sustentável nos últimos 15 dias e zero pacientes entubados, ainda é preciso cautela. A desativação de leitos exclusivos para COVID-19 não está descartada, mas será analisada com base em indicadores futuros. A prefeitura planeja manter os serviços por mais algumas semanas para garantir a estabilidade da situação antes de retornar gradualmente às atividades normais de pronto-atendimento.



