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Secretário de Igarapava diz que não consegue manter os leitos de UTI Covid, após fim do convênio com Estado

Luís Carlos Vergara põe culpa em briga política entre o Governo Federal e estadual; cidade tenta renovar o contrato
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Luís Carlos Vergara põe culpa em briga política entre o Governo Federal e estadual; cidade tenta renovar o contrato

Luís Carlos Vergara põe culpa em briga política entre o Governo Federal e estadual; cidade tenta renovar o contrato

A cidade de Garapá enfrenta uma grave crise na saúde devido ao fechamento iminente de 10 leitos de UTI no Hospital Santa Casa. A situação se agrava pela falta de recursos para mantê-los, gerando um impasse entre o município, o estado e o governo federal.

Recursos insuficientes e convênios vencidos

O secretário municipal de saúde, Luiz Carlos Vergara, explicou que o município já recebeu R$ 1.440.000,00 em dois contratos de 90 dias cada, para custear os leitos de UTI. No entanto, esses convênios venceram em 14 de [mês], e a renovação ainda não foi concretizada. O custo diário de cada leito é de R$ 16.000,00, um valor inviável para o município arcar sozinho. Atualmente, Garapá mantém apenas 5 leitos de enfermaria, insuficientes para atender à demanda, que chega a mais de 10 pacientes aguardando transferência para outras regiões, que também enfrentam falta de vagas.

Impasse entre Estado e Governo Federal

O secretário relata que o governo do estado, através de documento oficial, negou a renovação do convênio, repassando a responsabilidade para o governo federal. Essa disputa política prejudica a população, que sofre com a falta de atendimento adequado. Vergara afirma que o município mantém negociações com ambos os governos, mas a falta de um acordo imediato agrava a situação crítica da saúde em Garapá.

Soluções e alternativas

Enquanto a negociação entre os governos se arrasta, a cidade de Garapá se vê obrigada a improvisar. Pacientes graves estão sendo transferidos para Ipuan, município menor que Garapá, mas que conseguiu renovar seu convênio por 60 dias com um valor de R$ 960.000,00. A solução paliativa demonstra a urgência em resolver o impasse e garantir o funcionamento dos leitos de UTI em Garapá, evitando maiores prejuízos à população.

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